Livro marca os 25 anos da CPTM. AEAMESP esteve presente na solenidade de lançamento.

A vice-presidente de Assutnos Associativos da AEAMESP, arquiteta e urbanista Bárbara Vicalvi, exibe o exemplar do livro, que recebeu das mãos do presidente da CPTM, Paulo de Magalhães Bento Gonçalves. 

Representada pela vice-presidente de Assuntos Associativos, arquiteta e urbanista Bárbara Vicalvi, a AEAMESP participou da solenidade de lançamento do livro comemorativo  CPTM 25 Anos – Superando Desafios e Eternizando Conquistas, realizada no início da noite de 18 de janeiro de 2018, no Auditório da Pinacoteca do Estado, na Praça da Luz, s/nº, no centro da cidade de São Paulo. 
O evento reuniu, ao lado presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Paulo de Magalhães Bento Gonçalves, o secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Clodoaldo Pelicssoni; o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (ABIFER), Vicente Abate; o diretor executivo do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE), Francisco Petrini, e o diretor da BB Editora, responsável pela publicação, Baroni Neto.

O secretário Clodoaldo Pelissioni assinalou que as comemorações dos 25 anos da CPTM acontecem em um momento marcante na trajetória da companhia: a proximidade da inauguração da Linha 13-Jade, que fará a conexão do sistema metroferroviário com o Aeroporto Internacional de Guarulhos. O presidente Paulo de Magalhães Bento Gonçalves disse sentir-se honrado em poder fazer parte da história da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

Na solenidade, Clodoaldo Pelissioni, Vicente Abate, Baroni Neto, Paulo de Magalhães e Francisco Petrini

O LIVRO E A CPTM

O livro CPTM 25 Anos – Superando Desafios e Eternizando Conquistas, produzido sob os cuidados da Editora BB tem 112 páginas reúne 150 imagens marcantes, narra a história do processo de modernização da maior operadora ferroviária de passageiros da América do Sul, detalhando como, em 25 anos, o Governo do Estado transformou a malha de trens suburbanos em uma moderna rede de trens metropolitanos, integrada ao Metrô paulistano e, em breve, ao Aeroporto Internacional de Guarulhos. A nova Linha 13-Jade ligará a capital paulista ao segundo maior município do Estado. 

Diversas empresas patrocinaram a obra. A abertura do livro traz mensagens do presidente Paulo de Magalhães Bento Gonçalves. do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin. do secretário Clodoaldo Pelissioni, e dos presidentes de entidades que apoiaram a iniciativa: José Antônio Fernandes Martins, do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE); Vicente Abate, da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (ABIFER) e Joubert Fortes Flores Filho, presidente do Conselho da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTRILHOS).

Avanços. Fundada em 28 de maio de 1992, com a promulgação da Lei Paulista n° 7.861, coube à CPTM assumir os sistemas de trens da Região Metropolitana de São Paulo, operados pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU (Superintendência de Trens Urbanos de São Paulo – STU/SP) e pela Ferrovia Paulista S/A – FEPASA. Com isso, herdou um sistema obsoleto, precisando de investimentos maciços.

Em 1994, a CPTM efetivamente começou a operar as atuais linhas 7-Rubi e 10-Turquesa (antigas A e D) e 11-Coral e 12-Safira (antigas E e F), que pertenciam à CBTU. Em 1996, passou a controlar os serviços da Fepasa e as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda (antigas B e C). Em seu primeiro ano de operação, a CPTM registrava apenas 800 mil usuários/dia. Hoje são cerca de 700 mil passageiros transportados por dia útil só na Linha 11-Coral, a mais movimentada do sistema.

Três milhões de passageiros por dia. Atualmente, a Companhia transporta três milhões de usuários em mais de 2.700 viagens, o equivalente a 80 mil quilômetros percorridos, ou duas voltas ao redor da terra. Do total de 260,8 km de extensão, 136,5 km estão na capital paulista, que também conta com 46 estações do total de 92 unidades distribuídas ao longo das seis linhas, que atendem os moradores de outros 21 municípios da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), além da própria capital.

Desde sua criação, a CPTM experimentou uma série de transformações para aprimorar a qualidade dos seus serviços. Para dar conta da operação ferroviária nas seis linhas, a CPTM ganhou um dos Centros de Controles Operacionais (CCO) mais modernos do país, que responde não só pela circulação dos trens metropolitanos, mas também pelos trens de carga nos trechos de vias compartilhadas.

Já a moderna Central de Monitoramento da Segurança controla mais de cinco mil câmeras de vigilância em trens e estações de toda a rede, além de receber denúncias via SMS. Os desafios diários são imensos, mas com o empenho de todas as áreas, a CPTM melhora seu desempenho a cada ano.

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Reveja matéria do Boletim AEAMESP 378 sobre os 25 anos da CPTM