{"id":5757,"date":"2016-09-23T14:55:39","date_gmt":"2016-09-23T17:55:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/?p=5757"},"modified":"2016-10-02T03:15:56","modified_gmt":"2016-10-02T06:15:56","slug":"edicao-344-de-20-a-26-de-setembro-de-2016","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/2016\/09\/23\/edicao-344-de-20-a-26-de-setembro-de-2016\/","title":{"rendered":"EDI\u00c7\u00c3O 344, DE 20 A 26 DE SETEMBRO DE 2016"},"content":{"rendered":"<h5>SETOR METROFERROVI\u00c1RIO<\/h5>\n<div id=\"attachment_5801\" style=\"width: 518px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5801\" class=\" wp-image-5801\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/OBRA-ESTA\u00c7\u00c3O-BROOKLIN-JULHO-2016-FOTO-METRO-SP-300x225.png\" alt=\"Obra da Esta\u00e7\u00e3o Brooklin, Linha 5 - Lil\u00e1s, julho\/2016. Foto: Metr\u00f4-SP\" width=\"508\" height=\"381\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/OBRA-ESTA\u00c7\u00c3O-BROOKLIN-JULHO-2016-FOTO-METRO-SP-300x225.png 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/OBRA-ESTA\u00c7\u00c3O-BROOKLIN-JULHO-2016-FOTO-METRO-SP.png 641w\" sizes=\"auto, (max-width: 508px) 100vw, 508px\" \/><p id=\"caption-attachment-5801\" class=\"wp-caption-text\">Obra da Esta\u00e7\u00e3o Brooklin, Linha 5 &#8211; Lil\u00e1s, julho\/2016. Foto: Metr\u00f4-SP<\/p><\/div>\n<h3 style=\"padding-left: 60px\">Avan\u00e7os e retrocessos nas concess\u00f5es do Metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo<\/h3>\n<p style=\"padding-left: 90px\"><strong><em>Os modelos de concess\u00e3o foram apresentados em duas audi\u00eancias p\u00fablicas no Instituto de Engenharia. No dia 22 de setembro, foi mostrado o modelo de concess\u00e3o de 17 terminais de \u00f4nibus ligados a esta\u00e7\u00f5es das Linhas 1 e 3 do Metr\u00f4, e no dia 23, o formato da outorga onerosa para opera\u00e7\u00e3o privada das Linhas 5 e 17.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O presidente da AEAMESP, engenheiro Emiliano Affonso, qualificou como \u201cum avan\u00e7o\u201d a proposta de concess\u00e3o \u00e0 iniciativa privada de 17 terminais de \u00f4nibus anexos \u00e0s esta\u00e7\u00f5es da Linhas 1-Azul e da Linha 3-Vermelha, apresentada pela Companhia do Metropolitano de S\u00e3o Paulo, em audi\u00eancia p\u00fablica na quinta-feira, dia 22 de setembro de 2016, no Instituto de Engenharia. \u201cFoi um passo importante, pois o modelo transfere ao parceiro privado os encargos de administra\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o e vigil\u00e2ncia, e promove o adensamento das \u00e1reas com a utiliza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o a\u00e9reo para empreendimentos comerciais, com desonera\u00e7\u00e3o e\u00a0retorno econ\u00f4mico para a Companhia do Metr\u00f4. Estamos no caminho certo, aproveitando as facilidades trazidas\u00a0pelo novo plano diretor do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo para gerar receitas n\u00e3o operacionais que mitiguem os custos das passagens para os usu\u00e1rios do sistema\u201d.<\/p>\n<p>Apresentado 24 horas depois, na manh\u00e3 de 23 de setembro, tamb\u00e9m no Instituto de Engenharia, o modelo da outorga onerosa da presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o p\u00fablico de transporte de passageiros das Linhas 5 \u2013 Lil\u00e1s e 17\u2014 Ouro, aprovado pelo Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatiza\u00e7\u00e3o (CDPED), foi criticado por Emiliano Affonso, que o considerou \u201cum retrocesso\u201d, pelo motivo de n\u00e3o levar em conta a urg\u00eancia da necessidadede expans\u00e3o da rede metroferrovi\u00e1ria, caminho para tornar a cidade mais eficiente, ampliando a oferta de empregos.<\/p>\n<p>\u201cVivemos um per\u00edodo de desindustrializa\u00e7\u00e3o e de crescimento da agricultura, a qual se destaca por sua efici\u00eancia e pouca gera\u00e7\u00e3o de empregos impondo press\u00f5es adicionais as cidades em um pa\u00eds altamente urbanizado, onde mais de 94% da popula\u00e7\u00e3o paulista e mais de 84% da brasileira moram nas cidades e que passa por um momento de forte recess\u00e3o. Neste cen\u00e1rio, com perda de empregos e de receitas, com obras metroferrovi\u00e1rias paralisadas e postergadas, com governos falando da necessidade de capital privado para investir na implanta\u00e7\u00e3o de infraestrutura, o Governo do Estado de S\u00e3o Paulo d\u00e1 um passo atr\u00e1s e prop\u00f5e uma concess\u00e3o onerosa por meio da qual entrega ao parceiro privado as duas linhas sem nenhuma contrapartida na sua constru\u00e7\u00e3o ou implanta\u00e7\u00e3o, deixando a Linha 17-Ouro pela metade &#8211; comprometendo sua fun\u00e7\u00e3o na rede metroferrovi\u00e1ria &#8211; e sem a expans\u00e3o da Linha 5 \u2013 Lil\u00e1s at\u00e9 o Jardim \u00c2ngela, ficando sem um transporte melhor para popula\u00e7\u00f5es carentes e com necessidade de deslocamentos para trabalhar.\u201d<\/p>\n<p>CONCESS\u00c3O DOS TERMINAIS<\/p>\n<p>A concess\u00e3o \u00e0 iniciativa privada de 17 terminais de \u00f4nibus anexos \u00e0s esta\u00e7\u00f5es da Linha 1-Azul e Linha 3-Vermelha tem como objetivo melhorar a oferta de servi\u00e7os aos usu\u00e1rios dos terminais, obter receitas acess\u00f3rias e desonerar a Companhia.<\/p>\n<p>O modelo prev\u00ea que a concess\u00e3o dos terminais seja feita mediante remunera\u00e7\u00e3o ao Metr\u00f4-SP e que o concession\u00e1rio assuma os encargos de administra\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o e vigil\u00e2ncia dos locais. A explora\u00e7\u00e3o das \u00e1reas poder\u00e1 ser aberta a novos tipos de neg\u00f3cios. Nove dos 17 terminais s\u00e3o considerados edific\u00e1veis, podendo ser utilizado o espa\u00e7o a\u00e9reo para empreendimentos como hospitais, laborat\u00f3rios, escolas, shoppings, escrit\u00f3rios, consult\u00f3rios, hot\u00e9is e unidades habitacionais para loca\u00e7\u00e3o. Estudos iniciais do Metr\u00f4-SP indicam que essas unidades tenham potencial construtivo de at\u00e9 245 mil metros quadrados.<\/p>\n<p>\u201cA ideia \u00e9 muito boa e representa um passo adiante. O \u00fanico questionamento que fazemos na AEAMESP\u00e9 quanto ao fato de ter sido lan\u00e7ado um \u00fanico lote de concess\u00e3o. Ponderamos que talvez a diversifica\u00e7\u00e3o possa gerar um melhor resultado\u201d, disse Emiliano Affonso.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 declarado vencedor do lote \u00fanico o respons\u00e1vel pela oferta que trouxer maior contrapartida \u00e0 Companhia. O prazo da concess\u00e3o \u00e9 de 40 anos e o Metr\u00f4-SP espera angariar mais de R$ 150 milh\u00f5es, al\u00e9m da desonerar-se de uma s\u00e9rie de custos.<\/p>\n<p>Os 17 terminais de \u00f4nibus abrangidos pela licita\u00e7\u00e3o s\u00e3o: Parada Inglesa, Santana, Arm\u00eania, Ana Rosa, Artur Alvim, Patriarca Norte, Vila Matilde Norte, Penha Norte, Carr\u00e3o Norte, Carr\u00e3o Sul, Tatuap\u00e9 Norte, Tatuap\u00e9 Sul, Bel\u00e9m Norte, Bel\u00e9m Sul, Br\u00e1s, Barra Funda Sul e Barra Funda Tur\u00edstica. Diariamente, aproximadamente 935 mil usu\u00e1rios circulam por esses terminais, que recebem 274 linhas de \u00f4nibus.<\/p>\n<p>MODELO N\u00c3O FAVORECE AMPLIA\u00c7\u00c3O DA REDE DE METR\u00d4<\/p>\n<p>Emiliano Affonso criticou duramente o modelo da outorga onerosa da presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o p\u00fablico de transporte de passageiros da Linha 5 \u2013 Lil\u00e1s e da Linha17\u2014 Ouro da Rede Metrovi\u00e1ria de S\u00e3o Paulo, aprovado pelo Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatiza\u00e7\u00e3o (CDPED), por n\u00e3o trazer o capital privado na implanta\u00e7\u00e3o ou amplia\u00e7\u00e3o das linhas, o que agilizaria a expans\u00e3o da rede, melhorando a mobilidade com consequ\u00eancias na efici\u00eancia das cidades e na manuten\u00e7\u00e3o e gera\u00e7\u00e3o de empregos.<\/p>\n<p>As cr\u00edticas do presidente da AEAMESP, que \u00e9 tamb\u00e9m diretor do Sindicato de Engenheiros no Estado de S\u00e3o Paulo, foram manifestadas em seu pronunciamento final na audi\u00eancia p\u00fablica sobre o tema realizada na sexta-feira, 23 de setembro de 2016, no audit\u00f3rio Instituto de Engenharia de S\u00e3o Paulo, na capital paulista. Tamb\u00e9m participaram da audi\u00eancia o engenheiro Jos\u00e9 Geraldo Bai\u00e3o, membro do Conselho Consultivo da AEAMESP e conselheiro do CREA-SP, e membros de outras entidades do setor, entre os quais o engenheiro Nestor Tupinamb\u00e1, associado da AEAMESP e representante do Sindicato dos Engenheiros no Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Com a op\u00e7\u00e3o pela outorga onerosa, concorrentes privados ter\u00e3o que pagar certo valor ao Estado, tendo em vista que receber\u00e3o parte da receita gerada pela opera\u00e7\u00e3o da linha; vence o concorrente que oferecer o maior valor. No modelo escolhido, n\u00e3o haver\u00e1 qualquer compromisso de investimento privado em amplia\u00e7\u00e3o, o que poderia acontecer nas pr\u00f3prias linhas a serem concedidas, j\u00e1 que a Linha 17 \u2013 Ouro tem dois segmentos paralisados, enquanto existe a necessidade levar uma das pontas da Linha 5 \u2013 Lil\u00e1s ao Jardim \u00c2ngela, no extremo sul da cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>Mais cr\u00edticas. <\/strong>O site METRO-CPTM, dirigido por Ricardo Meier, tamb\u00e9m criticou o fato de o governo paulista n\u00e3o aproveitar essa privatiza\u00e7\u00e3o em particular para ampliar a rede. A mat\u00e9ria do site sobre o tema (<em>veja link ao final desta not\u00edcia<\/em>) mostra que o futuro operador das duas linhas somente dever\u00e1 operar e manter os dois ramais, recebendo para tanto R$ 1,69 por passageiro \u201cdesde que ele use o sistema, n\u00e3o importando por onde embarcou na rede ou se, por exemplo, viaja beneficiado por gratuidade\u201d.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o virtual prossegue: \u201cAssim como na Linha 4-Amarela, o governo se compromete a entregar as duas obras prontas num determinado momento e caso isso n\u00e3o seja poss\u00edvel por algum motivo, ele assume o pagamento dos valores proporcionais ao que seriam estimadas de demanda \u2013 no caso, 855 mil pessoas por dia na Linha 5, e 185 mil, na Linha 17, valores maiores do que os estimados anteriormente\u201d.<\/p>\n<p>QUEST\u00d5ES PERMANECEM<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Geraldo Bai\u00e3o levou para a audi\u00eancia p\u00fablica tr\u00eas indaga\u00e7\u00f5es que retratam preocupa\u00e7\u00f5es surgidas nas \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es da <em>Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria<\/em>. Nem antes e nem na audi\u00eancia p\u00fablica de 23 de setembro essas quest\u00f5es foram cabalmente respondidas, de modo que permanecem. S\u00e3o elas:<\/p>\n<ul>\n<li>Em ambiente de crise econ\u00f4mica, com queda de receitas, \u00e9 recorrente o interesse dos governos pela participa\u00e7\u00e3o privada, pois consideram que o privado est\u00e1 sempre com os bolsos cheios de dinheiro para investir em projetos de infraestrutura. Por\u00e9m, o que temos observado no Brasil \u00e9 que o \u201cP\u201d privado \u00e9 financiado com recursos p\u00fablicos (BNDES, CAIXA, BB&#8230;). Dessa forma, quando de fato o \u201cP\u201d privado entrar\u00e1 com recursos pr\u00f3prios?<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>A diretriz do Governo do Estado de S\u00e3o Paulo (GESP) indica uma tend\u00eancia de: a) Diminuir drasticamente ou at\u00e9 mesmo n\u00e3o participar do CAPEX (despesas de capital ou investimento em bens de capital) de novas linhas, mediante as PPP, inclusive integral, como est\u00e1 sendo o caso da Linha 6 &#8212; Laranja; b) N\u00e3o participar mais do OPEX (capital utilizado para manter ou melhorar os bens f\u00edsicos de uma empresa) de linhas ou trechos atualmente em opera\u00e7\u00e3o, mediante concess\u00f5es. Esta tend\u00eancia implica a cria\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Reguladora, que o Governo do Estado de S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m j\u00e1 sinalizou que criar\u00e1. Com v\u00e1rios operadores em diferentes linhas e mantendo-se as transfer\u00eancias gratuitas em diversas esta\u00e7\u00f5es, n\u00e3o haver\u00e1 um desequil\u00edbrio financeiro e um consequente aumento dos subs\u00eddios nas tarifas?<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Desde a sua cria\u00e7\u00e3o em 1968, a Companhia do Metropolitano de S\u00e3o Paulo \u00e9 composta por duas \u201cempresas\u201d, uma de \u201cexpans\u00e3o\u201d (planeja, projeta, especifica, contrata, fiscaliza, implanta e testa) e outra \u201coperadora\u201d (opera e mant\u00e9m). Prevalecendo a tend\u00eancia indicada na quest\u00e3o 2, acima: A) Qual ser\u00e1 o papel da Companhia do Metropolitano de S\u00e3o Paulo no futuro? B) Deixar\u00e1 de ser uma empresa de expans\u00e3o e somente operar\u00e1 algumas linhas? C) Em caso positivo, que \u00f3rg\u00e3o do Governo do Estado de S\u00e3o Paulo ser\u00e1 respons\u00e1vel pelo planejamento dos sistemas sobre trilhos? D) Se a Companhia do Metropolitano de S\u00e3o Paulo se tornar apenas mais uma \u201coperadora\u201d, quem ser\u00e1 o respons\u00e1vel pela supervis\u00e3o operacional das diversas linhas operadas por diferentes operadores? E quem supervisionar\u00e1 a rede, j\u00e1 que cada operador ter\u00e1 o seu Centro de Controle Operacional (CCO) independente?<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Veja mat\u00e9ria do site METR\u00d4-CPTM<\/li>\n<\/ul>\n<p><a href=\"http:\/\/www.metrocptm.com.br\/concessao-das-linhas-5-e-17-nao-preve-investimento-em-ampliacao\/\">http:\/\/www.metrocptm.com.br\/concessao-das-linhas-5-e-17-nao-preve-investimento-em-ampliacao\/<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<h5>22\u00aa SEMANA DE TECNOLOGIA E METROFERR 2016 &#8211; I<\/h5>\n<h3><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5780 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/APRESENTA\u00c7\u00c3O-DE-TRABALHO-22-SEMANA-300x200.jpg\" alt=\"apresentacao-de-trabalho-22-semana\" width=\"477\" height=\"318\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/APRESENTA\u00c7\u00c3O-DE-TRABALHO-22-SEMANA-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/APRESENTA\u00c7\u00c3O-DE-TRABALHO-22-SEMANA.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px\" \/><\/h3>\n<h3>Website da AEAMESP publica apresenta\u00e7\u00f5es e fotos da 22\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria<\/h3>\n<p>Est\u00e3o publicados no website da AEAMESP as apresenta\u00e7\u00f5es e fotos da\u00a0<em>22\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria<\/em>, evento realizado de 13\u00a0a 16 de setembro de 2016 no Centro de Conven\u00e7\u00f5es Frei Caneca, em S\u00e3o Paulo, paralelamente \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o de produtos e servi\u00e7os <em>METROFERR EXPO 2016<\/em>. Num mesmo ambiente virtual, est\u00e3o reunidas as apresenta\u00e7\u00f5es, organizadas por dia e por sess\u00e3o, e um conjunto de fotografias.<\/p>\n<h5><em><strong>Acesse o ambiente virtual com as apresenta\u00e7\u00f5es e as fotos<\/strong><\/em><\/h5>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"q4sksYbXaO\"><p><a href=\"https:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/\"><\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;&#8221; &#8212; 22\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria\" src=\"https:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/embed\/#?secret=qLo3isYO8a#?secret=q4sksYbXaO\" data-secret=\"q4sksYbXaO\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n<hr \/>\n<div class=\"header-sticky\">\n<h5>22\u00aa SEMANA DE TECNOLOGIA E METROFERR 2016 &#8211; II<\/h5>\n<\/div>\n<div id=\"vce-main\">\n<div id=\"main-wrapper\">\n<div id=\"content\" class=\"container site-content\">\n<div id=\"primary\" class=\"vce-main-content\">\n<article id=\"post-6300\" class=\"vce-single post-6300 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-22a-semana category-releases-arquivo\">\n<div class=\"entry-content\">\n<h3 class=\"x_MsoNormal\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5775 alignnone\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/PLATEIA-22-SEMANA-300x136.jpg\" alt=\"plateia-22-semana\" width=\"578\" height=\"262\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/PLATEIA-22-SEMANA-300x136.jpg 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/PLATEIA-22-SEMANA-768x349.jpg 768w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/PLATEIA-22-SEMANA.jpg 810w\" sizes=\"auto, (max-width: 578px) 100vw, 578px\" \/><\/h3>\n<h3>Sugest\u00f5es dos debates da 22\u00aa Semana fortalecem op\u00e7\u00e3o metroferrovi\u00e1ria na mobilidade urbana<\/h3>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><b><\/b>Ap\u00f3s quatro dias de debates sobre os mais variados temas em 13 pain\u00e9is, apresenta\u00e7\u00e3o de 66 trabalhos t\u00e9cnicos, dos quais 16 foram ganhadores do<em> 3\u00ba Pr\u00eamio Tecnologia e Desenvolvimento Metroferrovi\u00e1rios ANPTrilhos-CBTU<\/em>, duas palestras internacionais, uma de um especialista do Jap\u00e3o e outro da Alemanha, al\u00e9m de um painel com a presen\u00e7a de lideran\u00e7as do setor vindos da Am\u00e9rica do Sul e da Espanha, encerrou-se na tarde de sexta-feira (16\/09) a 22\u00aa edi\u00e7\u00e3o anual da Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<div id=\"attachment_5773\" style=\"width: 228px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5773\" class=\" wp-image-5773\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/EMILIANO-AO-MICROFONE-22-SEMANA-300x200.jpg\" alt=\"Emiliano Affonso\" width=\"218\" height=\"145\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/EMILIANO-AO-MICROFONE-22-SEMANA-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/EMILIANO-AO-MICROFONE-22-SEMANA.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 218px) 100vw, 218px\" \/><p id=\"caption-attachment-5773\" class=\"wp-caption-text\">Emiliano Affonso<\/p><\/div>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Emiliano Affonso, presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros e Arquitetos de Metr\u00f4-AEAMESP, disse que a escolha do tema central dos debates <em>Investir e Avan\u00e7ar com Efici\u00eancia<\/em>\u00a0foi aprovada pela Comiss\u00e3o Organizadora, por entenderem que a melhor sa\u00edda para a recess\u00e3o econ\u00f4mica \u00e9 buscar oportunidades, por meio de investimentos e melhorias no desempenho dos servi\u00e7os prestados com aumento da produtividade.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><strong>Satisfa\u00e7\u00e3o com o resultado.<\/strong> Em entrevista concedida ao final dos trabalhos, Emiliano Affonso se mostrou satisfeito com os resultados obtidos com a presen\u00e7a de mais de 3.400 pessoas, um p\u00fablico qualificado que representou quase todos os Estados e de congressistas da Am\u00e9rica Latina, Europa e Oriente. Al\u00e9m dos engenheiros associados da AEAMESP, representantes de todos os operadores de transportes ferrovi\u00e1rios de cargas e passageiros, de metr\u00f4, VLT e tamb\u00e9m operadores log\u00edsticos.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Os debates, segundo disse, mostraram que a sa\u00edda para o Brasil est\u00e1 nas cidades, onde vivem 94% da popula\u00e7\u00e3o. \u201cO Brasil continuou crescendo no agroneg\u00f3cio, que det\u00e9m a maior produtividade do mundo nos processos de produ\u00e7\u00e3o, mas geram pouco emprego.\u00a0 \u00c9 na cidade que se concentram os empregos e a popula\u00e7\u00e3o crescente exige transporte de melhor qualidade e de grande volume\u201d, explica.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Os\u00a0debates mostraram tamb\u00e9m que a multiplica\u00e7\u00e3o de rodovias, o incentivo ao transporte individual e o de cargas sobre caminh\u00f5es no s\u00e9culo XX foi ineficaz. A sa\u00edda para a mobilidade urbana de grandes massas e o transporte de cargas em m\u00e9dias e longas dist\u00e2ncias s\u00e3o os sistemas ferrovi\u00e1rios formados por metr\u00f4 e trens. \u201cAt\u00e9 a d\u00e9cada de 1950, as pessoas se deslocavam por trens e as rodovias somavam 5 mil quil\u00f4metros. Atualmente s\u00e3o 35 mil km de rodovias que em 15 ou 20 anos estar\u00e3o saturadas\u201d, complementa.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">O dirigente da AEAMESP\u00a0citou, por exemplo, a decis\u00e3o do governo paulista de construir linhas f\u00e9rreas na Macrometr\u00f3pole (at\u00e9 120 km da capital) para transporte de cargas devido \u00e0 satura\u00e7\u00e3o das rodovias de acesso a S\u00e3o Paulo. A palestra de Jo\u00e3o Gouveia, diretor de Opera\u00e7\u00f5es da Supervia, mostrou que o sucesso da organiza\u00e7\u00e3o no deslocamento do p\u00fablico no Rio de Janeiro durante a Olimp\u00edada entre os est\u00e1dios e arenas esportivas se deveu ao transporte nos trens da Supervia, das tr\u00eas linhas do Metro-Rio, do BRT (este sobre pneus) e o Ve\u00edculo Leve sobre Trilhos-VLT na regi\u00e3o central. A maior parte das ruas e avenidas que demandavam as instala\u00e7\u00f5es esportivas ficou bloqueada ao tr\u00e1fego de autom\u00f3veis e n\u00e3o houve congestionamentos.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><strong>Nos grandes centros<\/strong>. \u201cEstamos convencidos que a mobilidade nos grandes centros urbanos s\u00f3 ter\u00e1 sucesso com os sistemas metroferrovi\u00e1rios que precisam ser ampliados e melhorados\u201d, disse Emiliano Affonso. Desde o in\u00edcio das opera\u00e7\u00f5es o Metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo tem registrado aumento do n\u00famero de passageiros, com exce\u00e7\u00e3o de parte deste ano em que a gratuidade foi estendida para pessoas a partir de 60 anos \u2013 antes o limite era 65 \u2013 e pela gratuidade aos estudantes de baixa renda, contribuindo para queda na receita tarif\u00e1ria.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Outras discuss\u00f5es que tomaram boa parte dos debates foram: a integra\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria, as gratuidades, os subs\u00eddios \u00e0s operadoras p\u00fablicas ou privadas e a busca de receitas al\u00e9m das tarifas. Consultores, executivos, acad\u00eamicos, representantes dos operadores trouxeram in\u00fameros exemplos de alternativas de solu\u00e7\u00f5es, como a explora\u00e7\u00e3o das imedia\u00e7\u00f5es das esta\u00e7\u00f5es, por meio da constru\u00e7\u00e3o de shopping centers, pra\u00e7as de alimenta\u00e7\u00e3o, constru\u00e7\u00e3o de hot\u00e9is, edif\u00edcios residenciais e unidades comerciais para aproveitar \u00e1reas degradadas ou inutilizadas.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Engenheiro do Metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo h\u00e1 33 anos, Emiliano Affonso disse que para as linhas do Metr\u00f4 e as esta\u00e7\u00f5es n\u00e3o houve previs\u00e3o de\u00a0explora\u00e7\u00e3o comercial, e\u00a0que os shopping-centers em esta\u00e7\u00f5es e os quiosques n\u00e3o geram receita muito representativa em compara\u00e7\u00e3o com a da tarifa.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\"><strong>No pr\u00f3ximo ano.\u00a0<\/strong>\u00a0Em seu pronunciamento de encerramento, Affonso aproveitou para anunciar ao p\u00fablico presente que a 23\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria, promovida pela AEAMESP, j\u00e1 est\u00e1 marcada para o per\u00edodo de 12 a 15 de setembro de 2017, nas instala\u00e7\u00f5es da Universidade Paulista \u2013 UNIP, na Rua Vergueiro, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr \/>\n<h5>22\u00aa SEMANA DE TECNOLOGIA E METROFERR 2016 &#8211; III<\/h5>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-5785\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/SESS\u00c3O-DA-22-SEMANA-MILTON-XAVIER-300x200.jpg\" alt=\"sessao-da-22-semana-milton-xavier\" width=\"473\" height=\"315\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/SESS\u00c3O-DA-22-SEMANA-MILTON-XAVIER-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/SESS\u00c3O-DA-22-SEMANA-MILTON-XAVIER.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 473px) 100vw, 473px\" \/><\/p>\n<div id=\"vce-main\">\n<div id=\"main-wrapper\">\n<div id=\"content\" class=\"container site-content\">\n<div id=\"primary\" class=\"vce-main-content\">\n<article id=\"post-6290\" class=\"vce-single post-6290 post type-post status-publish format-standard hentry category-releases-arquivo\">\n<header class=\"entry-header\">\n<h3 class=\"entry-title\">Novos projetos e investimentos para avan\u00e7o do transporte ferrovi\u00e1rio<\/h3>\n<\/header>\n<div class=\"entry-content\">\n<p style=\"padding-left: 60px\"><strong>S<\/strong><em><strong>e os planos apresentados na\u00a022\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria\u00a0vingarem, a participa\u00e7\u00e3o dos trens no transporte de cargas e de passageiros deve aumentar significativamente nos pr\u00f3ximos anos<\/strong><\/em>.<\/p>\n<p>A empresa de Desenvolvimento Rodovi\u00e1rio S\/A \u2013 DERSA, de S\u00e3o Paulo, preocupada com as previs\u00f5es de estrangulamento do tr\u00e1fego nas 10 rodovias que demandam a capital a partir de 2030, planeja construir seis linhas f\u00e9rreas para interligar a chamada macrometr\u00f3pole \u00e0 capital, utilizando \u00e1reas anexas aos trilhos j\u00e1 existentes.<\/p>\n<p>O governo do Estado do Paran\u00e1 apresentou aos executivos e engenheiros presentes \u00e0 <em>22\u00aa Semana de Tecnologia Metrovi\u00e1ria<\/em>, realizada de 13 a 16 de setembro de 2016, em S\u00e3o Paulo, o projeto chamado <em>Trem P\u00e9 Vermelho<\/em> para transporte de cargas e passageiros interligando as tr\u00eas principais cidades do norte do Estado: Maring\u00e1, Londrina e Apucarana. A escolha do nome homenageia os imigrantes italianos, que descobriram a terra vermelha e f\u00e9rtil dessa regi\u00e3o paranaense, onde plantaram as primeiras lavouras de caf\u00e9.<\/p>\n<p>No Par\u00e1, o engenheiro Renato Casali Pavan, ex-presidente das Ferrovias Paulista S\/A \u2013 FEPASA, e dono da empresa de engenharia que leva seu nome, est\u00e1 coordenando o projeto de uma ferrovia de 1.392 km, que vai cortar o Estado no sentido Sul-Nordeste, cruzando regi\u00f5es de extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rios, produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e pecu\u00e1ria. Tamb\u00e9m ser\u00e1 constru\u00eddo novo Porto de Vila do Conde no Nordeste do Estado, a sa\u00edda mais pr\u00f3xima do Hemisf\u00e9rio Norte via novos Canais do Panam\u00e1 e da Nicar\u00e1gua para transportar produtos de exporta\u00e7\u00e3o por navios de grande capacidade.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desses novos projetos, a Vale Log\u00edstica Integrada \u2013 VLI, que tem participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria da Brookfield, do Canad\u00e1, Mitsui, do Jap\u00e3o, do Fundo de Investimento do FGTS, e da pr\u00f3pria Vale, mostrou aos participantes da <em>22\u00aa. Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria<\/em> os investimentos aplicados e programados na expans\u00e3o da empresa. Por sua vez, a MRS Log\u00edstica, que opera por concess\u00e3o as ferrovias dos Estados de Minas, S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro, destacou as obras de amplia\u00e7\u00e3o de suas atividades para firmar sua voca\u00e7\u00e3o log\u00edstica.<\/p>\n<p>PROJETO PAULISTA<\/p>\n<p>A DERSA<strong>,<\/strong> que desenvolve projetos na \u00e1rea de transportes para o governo do Estado, quer preparar a macrometr\u00f3pole para agilizar a log\u00edstica, o transporte e a distribui\u00e7\u00e3o de cargas em S\u00e3o Paulo e seu entorno. Segundo o diretor de Planejamento Milton Xavier, das 10 rodovias que demandam a capital sete s\u00e3o administradas pelo Estado, via concess\u00e3o.<\/p>\n<p>Estudos mostram que a partir de 2030 todas elas estar\u00e3o saturadas e o tr\u00e1fego de cargas ficaria invi\u00e1vel. Por isso, a Dersa desenvolveu o Projeto Intermodal de Cargas formado por ramais ferrovi\u00e1rios a partir de terminais em Sorocaba, Campinas, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos e Santos terminando em S\u00e3o Paulo em oito plataformas nos bairros de Pinheiros, Lapa, Mooca. Os trens ser\u00e3o dotados de cont\u00eaineres de quatro toneladas para serem descarregados em ve\u00edculos leves de carga \u2013 VUCs \u2013 para r\u00e1pida distribui\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o metropolitana.<\/p>\n<p>COLINPORT PARAENSE<\/p>\n<p>Um dos maiores projetos na \u00e1rea de cargas come\u00e7a ainda neste ano com licita\u00e7\u00e3o anunciada para 30 de novembro, o Complexo Log\u00edstico Industrial e Portu\u00e1rio Paraense \u2013 Colinport, que inclui a Ferrovia Paraense S\/A \u2013 Fepasa, o Porto de Colares em Vila do Conde, no Nordeste do Estado, e um condom\u00ednio industrial anexo. \u00c9 o maior empreendimento log\u00edstico anunciado recentemente, assegura Renato Pavan. A proposta \u00e9 que todas as obras sejam feitas com recursos privados. A capta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita junto ao BNDES e fundos de investimentos na forma de deb\u00eantures. Os custos est\u00e3o avaliados em R$30 bilh\u00f5es. As opera\u00e7\u00f5es devem iniciar em 2024 e devem gerar cerca de 60 mil empregos.<\/p>\n<p>O estudo de viabilidade econ\u00f4mica do empreendimento detectou 16 cadeias produtivas e 55 produtos para exporta\u00e7\u00e3o da ordem de 101 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>A ferrovia segue paralela com a Norte-Sul no qual ter\u00e1 uma interliga\u00e7\u00e3o, assim como outros ramais para captar min\u00e9rios pr\u00f3ximos das minas. Entre outros munic\u00edpios, a Fepasa passar\u00e1 a partir do Norte por: Santana (Vila do Conde), Reden\u00e7\u00e3o, Xinguar\u00e1, Marab\u00e1, Morada Nova, Salva Vida, Vila Nova e Paragominas. O Colinport pretende captar cargas de exporta\u00e7\u00e3o do Mato Grosso e demais Estados do Centro-Oeste pelo novo porto de Abaetetuba devido as vantagens da menor dist\u00e2ncia na compara\u00e7\u00e3o com os portos da regi\u00e3o Sudeste.<\/p>\n<p>VLI e MRS SEGUEM EXPANDINDO<\/p>\n<p>A Vale desmembrou sua atividade de transporte e log\u00edstica, criando a Vale Log\u00edstica Integrada \u2013 VLI, que nasceu grande para operar 8 mil quil\u00f4metros de ferrovias com 25 mil vag\u00f5es, 652 locomotivas, oito terminais entre eles os dos portos de Santos e Itaqui, em S\u00e3o Luiz (MA), al\u00e9m dos privados. A Vale det\u00e9m 37% do capital e o restante \u00e9 distribu\u00eddo entre a Brookfield, Mitsui e FI-FGTS.<\/p>\n<p>O agroneg\u00f3cio \u00e9 o carro-chefe de suas atividades, afirma Jos\u00e9 Oswaldo Cruz, gerente de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais. A empresa que opera cinco corredores log\u00edsticos em nove Estados mant\u00e9m 6.500 empregados e seu programa de investimentos soma R$ 9 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A MRS Log\u00edstica opera uma malha de 1.700 quil\u00f4metros de ferrovias dos tr\u00eas Estados economicamente mais fortes, S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, transportando min\u00e9rios a partir de Minas para portos do Rio e para o Vale do Para\u00edba.<\/p>\n<p>Na cidade de S\u00e3o Paulo a empresa compartilha os trilhos com os trens de sub\u00farbio da CPTM e tem expandido suas opera\u00e7\u00f5es log\u00edsticas com novos terminais como o de cont\u00eaineres no bairro da Mooca, que tem liga\u00e7\u00e3o direta com o Porto de Santos e o trecho do ferroanel\u00a0 de Manoel Feio a Suzano. Opera o maior terminal de a\u00e7\u00facar e de soja em Santos. A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas pela MRS s\u00f3 tem aumentado: em 2014 foram 32 milh\u00f5es de toneladas, no ano passado, 37 e neste ano, at\u00e9 julho, foram 23 milh\u00f5es, destaca Lu\u00eds Gustavo Bambin de Assis, gerente de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais.<\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<header class=\"entry-header\">\n<h5>22\u00aa SEMANA DE TECNOLOGIA E METROFERR 2016 &#8211; IV<\/h5>\n<h3 class=\"entry-title\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5783 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/PRIMEIRO-PAINEL-22-SEMANA-300x200.jpg\" alt=\"primeiro-painel-22-semana\" width=\"458\" height=\"305\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/PRIMEIRO-PAINEL-22-SEMANA-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/PRIMEIRO-PAINEL-22-SEMANA.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 458px) 100vw, 458px\" \/><\/h3>\n<h3 class=\"entry-title\">Gestores de pessoas falam de efici\u00eancia e criatividade para superar a crise<\/h3>\n<div class=\"entry-meta\">\u00a0A crise econ\u00f4mica que caminha para o terceiro ano com impactos significativos nos investimentos, paralisa\u00e7\u00e3o das obras de mobilidade e reduz a receita das operadoras devido a perda de passageiros, coloca como desafio aos gestores das empresas a criatividade para busca de solu\u00e7\u00f5es e aumento da efici\u00eancia nos servi\u00e7os. Este foi o tema do primeiro painel da <em>22\u00aa. Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria<\/em>.<\/div>\n<\/header>\n<div class=\"entry-content\">\n<p>Para o coordenador do painel e presidente da AEAMESP, engenheiro Emiliano Affonso, que trabalha h\u00e1 30 anos no Metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo, a crise representa uma oportunidade para se avan\u00e7ar em propostas que possam gerar empregos, o retorno dos investimentos e a retomada de obras paradas para a constru\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds melhor.<\/p>\n<p>Os dois palestrantes Ricardo Piovan, diretor do Portal Fox e Sandro Marques, Professor do SENAC-SP partiram de exemplos de sucesso para destacar estrat\u00e9gias e narrativas que resultam na melhoria do desempenho em ambientes restritivos.<\/p>\n<p>Piovan citou a orquestra do holand\u00eas Andr\u00e9 Rieu, a \u00fanica entre as cinco maiores europeias que d\u00e1 lucro. O sucesso resultou do fato de o maestro ter retornado \u00e0 universidade para fazer MBA em administra\u00e7\u00e3o e neg\u00f3cios e passou a implantar na orquestra a estrat\u00e9gia de compet\u00eancia. Ele eliminou solistas da orquestra e passou ele mesmo a fazer solo de violino e a apresentar seus espet\u00e1culos em grandes est\u00e1dios em vez de pequenos teatros, criando assim um novo e numeroso p\u00fablico.<\/p>\n<p>Piovan citou estudo da Conference Board, segundo o qual h\u00e1 um apag\u00e3o de talentos no Brasil. Esse estudo mostra que s\u00e3o necess\u00e1rios quatro brasileiros para fazer o que um americano faz sozinho. Enquanto o americano estuda 15 anos desde a inf\u00e2ncia, o brasileiro estuda oito; em treinamento, o americano dispende 30 horas contra apenas quatro dos brasileiros.<\/p>\n<p>Por fim, recomendou o livro <em>Estrat\u00e9gia do Oceano Azul<\/em> escrito por W. Chan Kim e Ren\u00e9e Mauborgne, que se baseia em casos de sucesso como o Cirque de Soleil que faz sucesso no mundo gra\u00e7as ao aprendizado, estrat\u00e9gia, narrativa de persuas\u00e3o e lideran\u00e7a.<\/p>\n<p>Sandro Marques apontou como sa\u00eddas as mudan\u00e7as e ideias novas, que sempre encontram resist\u00eancias nas empresas. E citou o caso de sucesso da bebida H2O, que tem menos g\u00e1s e menos a\u00e7\u00facar que os refrigerantes, que partiu da ideia de um subordinado. A diferen\u00e7a \u00e9 que ele foi ouvido pelo seu superior e levou a ideia adiante. \u201cO que diferencia o ser humano \u00e9 sua capacidade de criar\u201d, disse Marques ao citar o criador da Torre Eiffel, que ousou fazer um monumento de ferro que se tornou s\u00edmbolo de Paris e orgulho para os franceses.<\/p>\n<p>O debatedor Pl\u00ednio Assmann, conselheiro da AEAMESP, relacionou o sucesso e o apre\u00e7o que a popula\u00e7\u00e3o tem pelo Metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo, ao servi\u00e7o de atendimento ao cliente implantado, pela transpar\u00eancia e gest\u00e3o participativa. Hoje o Metr\u00f4 \u00e9 a maior empresa de servi\u00e7os da cidade. Ele destacou tamb\u00e9m a import\u00e2ncia das ferrovias como agente estimulador do crescimento e ocupa\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rio. O interior do Estado foi ocupado gra\u00e7as \u00e0s oito linhas ferrovi\u00e1rias que fez cidades crescerem em volta de cada esta\u00e7\u00e3o, exemplificou. Sem as ferrovias, a parte superior do territ\u00f3rio do Brasil ainda n\u00e3o foi ocupada e n\u00e3o sabemos como ser\u00e1. \u201cO s\u00e9culo 19 foi o das ferrovias e da ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio; o S\u00e9culo XX, dedicado aos ve\u00edculos rodovi\u00e1rios n\u00e3o promoveu ocupa\u00e7\u00e3o. O desafio do S\u00e9culo XXI ser\u00e1 o da busca de mobilidade criativa\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<hr \/>\n<h5>P\u00d3S-GRADUA\u00c7\u00c3O<\/h5>\n<h3 class=\"yiv6717897564MsoNormal\">Na segunda quinzena de novembro, ser\u00e3o abertas as inscri\u00e7\u00f5es para o curso de <i>Infraestrutura de Transportes da Universidade Paulista (UNIP)<\/i><\/h3>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2895\" class=\"yiv6717897564MsoNormal\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2905\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5791 alignleft\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/UNIP.png\" alt=\"unip\" width=\"192\" height=\"75\" \/><\/span><\/p>\n<p class=\"yiv6717897564MsoNormal\">Come\u00e7am na segunda quinzena de novembro de 2016 as inscri\u00e7\u00f5es\u00a0para o curso de <i>Infraestrutura de Transportes da Universidade Paulista (UNIP), <\/i>com 12 meses de dura\u00e7\u00e3o e in\u00edcio das aulas previsto para mar\u00e7o de 2017. Pr\u00e9-requisito: gradua\u00e7\u00e3o em curso superior, reconhecido pelo Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o.O valor poder\u00e1 ser parcelado em ate 18 vezes; associados da AEAMESP receber\u00e3o desconto especial, bastando apresentar a carteirinha\u00a0que comprova a filia\u00e7\u00e3o \u00e0 entidade.\u00a0As aulas acontecer\u00e3o no\u00a0Campus Para\u00edso, localizado na Rua Vergueiro,\u00a01211 \u2013\u00a0<span class=\"yiv2613653619apple-converted-space\">\u00a0<\/span>CEP<strong>:<\/strong><span class=\"yiv2613653619apple-converted-space\">\u00a0<\/span>01504-001 , Liberdade, elefone:<span class=\"yiv2613653619apple-converted-space\">\u00a0<\/span>(11) 2166-1066. As inscri\u00e7\u00f5es ser\u00e3o feita pelo site\u00a0<a id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_149579\" href=\"http:\/\/www.posunip.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">www.posunip.com.br<\/a>\u00a0Atendimento via e-mail \u2013 atendimento.pos@unip.br<\/p>\n<div id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_149553\">\n<div id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_149552\" class=\"yiv2613653619WordSection1\">\n<p class=\"yiv2613653619MsoNormal\">SOBRE O CURSO<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"yiv6717897564MsoNormal\">O curso de <i>Infraestrutura de Transportes da UNIP<\/i> visa responder a uma urgente necessidade do pa\u00eds de discutir novas solu\u00e7\u00f5es, que sejam criativas, planejadas e estruturantes, capazes de capacitar as futuras gera\u00e7\u00f5es para enfrentarem com compet\u00eancia esse enorme desafio. Esse preparo faz-se fundamental para que esses novos profissionais possam colaborar decisivamente na atra\u00e7\u00e3o de novos investimentos p\u00fablicos e privados, para equacionar nossos principais problemas de log\u00edstica no transporte de cargas e de passageiros.<\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2916\" class=\"yiv6717897564MsoNormal\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2915\">Para o pa\u00eds voltar a crescer de forma sustent\u00e1vel, precisa de uma infraestrutura bem organizada, fundamental para o desenvolvimento econ\u00f4mico. Sem isso, as empresas n\u00e3o conseguir\u00e3o desenvolver adequadamente seus neg\u00f3cios, os produtos continuar\u00e3o encarecidos pelo transporte inadequado tanto no mercado interno (prejudicando os consumidores) e principalmente no mercado externo, o que tira empregos no Brasil. Essa falta de ambiente dificulta as exporta\u00e7\u00f5es, por que nossos concorrentes t\u00eam custos menores e mais competitivos.<\/span><\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2918\" class=\"yiv6717897564MsoNormal\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2917\"><strong>A sociedade do futuro \u00e9 a sociedade do conhecimento.<\/strong> Durante as \u00faltimas d\u00e9cadas, o mundo presenciou uma not\u00e1vel amplia\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o, na produ\u00e7\u00e3o industrial, de avan\u00e7os realizados em diversas esferas do conhecimento cient\u00edfico, especialmente nas \u00e1reas de automa\u00e7\u00e3o, microeletr\u00f4nica e informatiza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_5792\" style=\"width: 181px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5792\" class=\"size-full wp-image-5792\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/JOS\u00c9-MANUELL-UNIP.png\" alt=\"Professor Jos\u00e9 Manoel Ferreira Gon\u00e7alves, coordenador do curso\" width=\"171\" height=\"198\" \/><p id=\"caption-attachment-5792\" class=\"wp-caption-text\">Professor Jos\u00e9 Manoel Ferreira Gon\u00e7alves, coordenador do curso<\/p><\/div>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2920\" class=\"yiv6717897564MsoNormal\">De<span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2921\"> acordo com o coordenador do curso, professor\u00a0<\/span>Jos\u00e9 Manoel F<span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2919\">erreira Gon\u00e7alves, &#8220;o futuro chegou e trouxe consigo enormes desafios para encontrar solu\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas para equacionar os fluxos de produ\u00e7\u00e3o e de informa\u00e7\u00f5es, mas tamb\u00e9m, em sinergia, os fluxos dos deslocamentos de mercadorias e pessoas. A cidade de S\u00e3o Paulo, por exemplo, transporta de \u00f4nibus por dia o equivalente \u00e0 popula\u00e7\u00e3o do estado do Paran\u00e1. S\u00e3o mais de 10 milh\u00f5es de pessoas por dia. Se considerarmos os 3 milh\u00f5es de passageiros\/dia nos trens da CPTM e mais 4 milh\u00f5es no Metr\u00f4, teremos uma dimens\u00e3o do tamanho do problema. Por falta de planejamento adequado e como resultado de problemas resultantes das inconsist\u00eancias do modelo de neg\u00f3cios e da falta de um marco regulat\u00f3rio para o setor do transporte cargas e passageiros sobre trilhos, h\u00e1 diversas obras paralisadas ou fora da opera\u00e7\u00e3o regular&#8221;.<\/span><\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2925\" class=\"yiv6717897564MsoNormal\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2924\">O curso de Infraestrutura de Transportes da UNIP quer preparar profissionais n\u00e3o apenas com uma vis\u00e3o cr\u00edtica e ampla das causas e consequ\u00eancias dos entraves da nossa infraestrutura, extremamente concentrada no modal rodovi\u00e1rio sobre estradas ruins, poucas e ultrapassadas ferrovias e quase inexist\u00eancia de hidrovias num dos pa\u00edses com maior volume de \u00e1gua doce do planeta. Neste contexto, o curso quer apresentar solu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para projetar, organizar e gerenciar de forma eficiente o sistema nacional de transportes, adequando a matriz modal \u00e0 necess\u00e1ria intermodalidade, implementando trilhos para todos os percursos mais longos.<\/span><\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2927\" class=\"yiv6717897564MsoNormal\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2926\"><strong>O ponto.<\/strong> O transporte tem\u00a0afetado\u00a0sobremaneira sobre o j\u00e1 elevado custo Brasil, que reduz a competitividade externa do pa\u00eds e afugenta investimentos na produ\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2923\" class=\"yiv6717897564MsoNormal\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2922\">O progresso t\u00e9cnico penetrou transversalmente em diversos segmentos da estrutura produtiva do mundo atual. Por esse meio essa estrutura alterou seus padr\u00f5es de organiza\u00e7\u00e3o, resultando num forte aumento da produtividade, com acentuada redu\u00e7\u00e3o nos custos de produ\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"yiv6717897564MsoNormal\">Pa\u00edses como o nosso tem que realizar um enorme esfor\u00e7o para avan\u00e7ar na gera\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o do conhecimento t\u00e9cnico-cient\u00edfico, reborando compet\u00eancias em \u00e1reas estrat\u00e9gicas, como \u00e9 a \u00e1rea de infraestrutura como um todo e em especial no setor dos transportes, notadamente a ferrovi\u00e1ria.<\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2930\" class=\"yiv6717897564MsoNormal\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2931\">Em fun\u00e7\u00e3o dos atrasos e acidentes, estimativas indicam que centenas de bilh\u00f5es de reais deixam de circular, pois ficam retidos em forma de estoque nas empresas brasileiras. Por evidente, um setor de transportes mais confi\u00e1vel e eficiente ajudar\u00e1 consideravelmente na redu\u00e7\u00e3o deste valor, liberando esses recursos para as atividades produtivas.<\/span><\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2929\" class=\"yiv6717897564MsoNormal\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2928\">Para o coordenador, prof. Jos\u00e9 Manoel, &#8220;o mesmo racioc\u00ednio vale para o transporte de pessoas e os preju\u00edzos pessoais, no tr\u00e2nsito, com horas perdidas todos os dias nos deslocamentos de casa ao trabalho e vice-versa. E n\u00e3o \u00e9 menor o preju\u00edzo que tudo isso representa em termos de polui\u00e7\u00e3o, aquecimento global e nos custos de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<div id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_2935\">\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5711 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/4-SEMIN\u00c1RIO-MOBILIDADE-URBANA-300x71.png\" alt=\"4-seminario-mobilidade-urbana\" width=\"537\" height=\"127\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/4-SEMIN\u00c1RIO-MOBILIDADE-URBANA-300x71.png 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/4-SEMIN\u00c1RIO-MOBILIDADE-URBANA-768x181.png 768w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/4-SEMIN\u00c1RIO-MOBILIDADE-URBANA.png 991w\" sizes=\"auto, (max-width: 537px) 100vw, 537px\" \/><\/div>\n<h5>SEMIN\u00c1RIO NACIONAL<\/h5>\n<h3>ANTP promover\u00e1 de 4 a 6 de outubro o<em> 4\u00ba Semin\u00e1rio Nacional de Mobilidade Urbana<\/em>, que ter\u00e1 como tema <em>Lugares Poss\u00edveis &#8211; Cidades para o Amanh\u00e3<\/em>.<\/h3>\n<p>Com apoio institucional da AEAMESP, a Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Transportes P\u00fablicos (ANTP), a promotora internacional de eventos Real Alliance e a empresa de planejamento urbano TC Urbes promover\u00e3o no per\u00edodo de 4 a 6 de outubro de 2016 o <em>4\u00ba Semin\u00e1rio Nacional de Mobilidade Urbana<\/em>, que tem como tema <em>Lugares Poss\u00edveis &#8211; Cidades para o Amanh\u00e3<\/em>. O evento ser\u00e1 desenvolvido na\u00a0<em>TranspoQuip 2016<\/em>, no Expo Center Norte, na cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<div>Segundo os organizadores, a base do programa de debates do <em>4\u00ba Semin\u00e1rio Nacional de Mobilidade Urbana<\/em> est\u00e1 nos seguintes pontos: a mobilidade urbana como exemplo de boas pr\u00e1ticas no mundo para solu\u00e7\u00f5es dos problemas de forma\u00e7\u00e3o de uma sociedade sustent\u00e1vel nas cidades do futuro, a viabilidade disso no Brasil e na Am\u00e9rica Latina, e a possibilidade de que propostas abrangendo esse aspecto possam ser efetivamente implantadas, considerando as tend\u00eancias observadas em cada cidade<\/div>\n<hr \/>\n<h5>LITERATURA<\/h5>\n<h3>Aut\u00f3grafos e confer\u00eancia de\u00a0Ayrton Camargo e Silva sobre seu livro &#8216;Tudo \u00e9 passageiro &#8211; Expans\u00e3o urbana, transporte p\u00fablico e o exterm\u00ednio dos bondes em S\u00e3o Paulo&#8217;<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5787 alignleft\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/09\/TUDO-\u00c9-PASSAGEIRO.png\" alt=\"tudo-e-passageiro\" width=\"166\" height=\"245\" \/>O arquiteto, urbanista e historiador Ayrton Camargo e Silva, presidente\u00a0da Estrada de Ferro Campos do Jord\u00e3o, far\u00e1 no s\u00e1bado, 1\u00ba de outubro de 2016, \u00a0a \u00a0partir das 15 h, na\u00a0Casa Guilherme de Almeida, localizada na\u00a0Rua Cardoso de Almeida, 1943, S\u00e3o Paulo\/SP, uma apresenta\u00e7\u00e3o sobre seu livro intitulado\u00a0<em>&#8216;Tudo \u00e9 passageiro &#8211; Expans\u00e3o urbana, transporte p\u00fablico e o exterm\u00ednio dos bondes em S\u00e3o Paulo<\/em>&#8216; (Anna Blume Editora), com venda e aut\u00f3grafo de exemplares.<\/p>\n<p>Com 164 p\u00e1ginas e apresentando imagens hist\u00f3ricas, a obra revela a trajet\u00f3ria dos bondes como sistema estruturador do transporte p\u00fablico durante o impressionante crescimento de S\u00e3o Paulo na primeira metade do S\u00e9culo XX e alinha os fatores que levaram \u00e0 sua extin\u00e7\u00e3o na cidade no ano de 1968.<\/p>\n<hr \/>\n<p>NA IMPRENSA<\/p>\n<h3>Mat\u00e9ria da Folha de S. Paulo mostra que bonde tur\u00edstico em Santos tem ve\u00edculo inspirado em obra de Mondrian<\/h3>\n<p>Mat\u00e9ria publicada na sexta-feira, 23 de setembro de 2016 pelo jornal <em>Folha de S. Paulo<\/em>, assinada por Moacyr Lopes Junior, mostra que o sistema de bonde tur\u00edstico em Santos passou a contar naquela data com um\u00a0ve\u00edculo inspirado em obra de Mondrian.<\/p>\n<p><em><strong>Veja a mat\u00e9ria<\/strong><\/em><\/p>\n<div data-url=\"https:\/\/issuu.com\/aeamesp1\/docs\/bonde_turistico_de_santos\/1\" style=\"width: 500px; height: 353px;\" class=\"issuuembed\"><\/div>\n<p><script type=\"text\/javascript\" src=\"\/\/e.issuu.com\/embed.js\" async=\"true\"><\/script><\/p>\n<hr \/>\n<h5>ESPORTE<\/h5>\n<h3>Leonardo\u00a0vence a sexta\u00a0etapa e consolida sua\u00a0lideran\u00e7a no 15\u00ba Desafio de Kart AEAMESP<\/h3>\n<p>Leonardo venceu a\u00a0sexta prova e consolidou-se na lideran\u00e7a do\u00a0<em>15\u00ba Desafio de Kart AEAMES<\/em>P, disputada no dia 21 de setembro de 2016, no kart\u00f3dromo Ayrton Senna, em \u00a0Interlagos, S\u00e3o Paulo\/SP, com a participa\u00e7\u00e3o de\u00a017 pilotos.<\/p>\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o na prova foi a seguinte: 1\u00ba) Leonardo, 2\u00ba)\u00a0S\u00e9rgio D\u2019Agostinho, 3\u00ba) Luciano, 4\u00ba) Magri, 5\u00ba) Valter Belapetravicius, \u00a06\u00ba) Zizo, 7\u00ba) Carlos Raul e 8\u00ba) M\u00e1rcio.<\/p>\n<p>CLASSIFICA\u00c7\u00c3O GERAL<\/p>\n<p>Com seis\u00a0etapas j\u00e1 disputadas, est\u00e1 assim a classifica\u00e7\u00e3o geral do <em>15\u00ba Desafio de Kart AEAMESP<\/em>: 1\u00ba) Leonardo, 164\u00a0pontos; 2\u00ba) S\u00e9rgio D\u2019Agostinho, 139; 3\u00ba) Zizo, 136; 4\u00ba) M\u00e1rcio, 125; 5\u00ba) Valter Belapetravicius, 123, e 6\u00ba) Carlos Raul, 117.<\/p>\n<div id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_139738\" class=\"body undoreset\">\n<div id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_139746\" class=\"email-wrapped\">\n<div id=\"yiv7340166426\">\n<div id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_139745\">\n<div id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_139744\">\n<div id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475063727245_139743\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1475078392340_48043\" class=\"body undoreset\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":5801,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"categories":[31],"tags":[],"class_list":["post-5757","post","type-post","status-publish","format-aside","has-post-thumbnail","hentry","category-boletim","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5757","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5757"}],"version-history":[{"count":39,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5757\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5810,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5757\/revisions\/5810"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5801"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5757"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5757"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5757"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}