{"id":6112,"date":"2016-11-21T16:06:36","date_gmt":"2016-11-21T18:06:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/?p=6112"},"modified":"2016-11-28T00:59:30","modified_gmt":"2016-11-28T02:59:30","slug":"edicao-352-de-19-a-22-de-novembro-de-2016","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/2016\/11\/21\/edicao-352-de-19-a-22-de-novembro-de-2016\/","title":{"rendered":"EDI\u00c7\u00c3O 352, DE 19 A 22 DE NOVEMBRO DE 2016"},"content":{"rendered":"<h5>FRENTE PARLAMENTAR METROFERROVI\u00c1RIA<\/h5>\n<h3>Com participa\u00e7\u00e3o da AEAMESP, foi realizada no dia 23 de novembro a primeira reuni\u00e3o da Frente Parlamentar Metroferrovi\u00e1ria, da Assembleia Legislativa paulista<\/h3>\n<p style=\"padding-left: 60px\"><strong><em>O servi\u00e7o de imprensa da Assembleia Legislativa publicou mat\u00e9ria sobre esse primeiro encontro da Frente Parlamentar<\/em><\/strong>.<\/p>\n<div id=\"attachment_6126\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6126\" class=\" wp-image-6126\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/1-REUNI\u00c3O-FETRAM-GERAL-231116-FOTO-MSUR\u00cdCIO-DE-SOUZAQALESP-300x202.png\" alt=\"A reuni\u00e3o foi realizada no plen\u00e1rio Tiradentes, da Assemblea Legislativa. 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Foto: Maur\u00edcio de Souza\/ALESP<\/span><\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_6125\" style=\"width: 295px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6125\" class=\" wp-image-6125\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/1-REUNI\u00c3O-FETRAM-EMILIANO-AFFONO-231116-FOTO-MAUR\u00cdCIODE-SOUZAALESP-300x200.png\" alt=\"Emiliano Affonso. 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Foto: Maur\u00edcio de Souza\/ALESP<\/span><\/p><\/div>\n<p><span style=\"color: #000000\">A Frente Parlamentar em prol do Transporte Metroferrovi\u00e1rio realizou reuni\u00e3o, na quarta-feira, 23 de novembro de 2016, sob a coordena\u00e7\u00e3o do deputado Jo\u00e3o Caramez, e discutiu com representantes do setor as diretrizes que ser\u00e3o adotadas<\/span> para viabilizar o crescimento, <span style=\"color: #000000\">com efici\u00eancia, da malha ferrovi\u00e1ria para transporte de carga e de passageiros, integrando-a ao transporte rodovi\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Emiliano Affonso, presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros e Arquitetos de Metr\u00f4, considera importante que seja tratada a quest\u00e3o dos contratos de gest\u00e3o e a capta\u00e7\u00e3o de recursos pra mitigar os custos. &#8220;A integra\u00e7\u00e3o das linhas \u00e9 necess\u00e1ria, assim como a moderniza\u00e7\u00e3o das existentes, j\u00e1 deficit\u00e1rias. A linha 6, da Freguesia do \u00d3, por exemplo, est\u00e1 com as obras paradas. \u00c9 necess\u00e1rio que essas obras sejam retomadas&#8221;, citou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">A malha rodovi\u00e1ria do Estado est\u00e1 em colapso, segundo Antonio Maria de Andrade, diretor do Departamento de Engenharia de Atividades Industriais do Instituto de Engenharia. &#8220;A Rodovia dos Bandeirantes n\u00e3o comporta novas pistas, nem um novo rodoanel. Talvez um ferroanel possibilite o escoamento das safras e o transporte de passageiros&#8221;, mencionou. O vereador de Valinhos, Messias de Oliveira, informou que diariamente de Campinas a S\u00e3o Paulo circulam cerca de 600 \u00f4nibus com trabalhadores, que poderiam ser transportados de trem. &#8220;A retomada do sistema de transporte ferrovi\u00e1rio \u00e9 urgente. Precisamos que os governos assumam isso como prioridade&#8221;, completou o vereador.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">A efici\u00eancia das malhas ferrovi\u00e1rias e a integra\u00e7\u00e3o de todos os modais no Estado s\u00e3o fundamentais, na opini\u00e3o de Nelson Rodrigues, assessor da presid\u00eancia da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Ferrovi\u00e1ria. &#8220;Existem projetos parados por falta de recursos, que n\u00e3o ser\u00e3o finalizados pela escolha inadequada do modal&#8221;, enfatizou Rodrigues. A elabora\u00e7\u00e3o de um documento com plano de implanta\u00e7\u00e3o das ferrovias no Estado foi sugerida por Paschoal De Mario, assessor do Sindicato Interestadual da Ind\u00fastria de Materiais e Equipamentos Ferrovi\u00e1rios e Rodovi\u00e1rios (Simefre).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><b>Sistema multimodal.\u00a0<\/b>De acordo com Milton Xavier, assessor para \u00e1rea de planejamento da Secretaria de Estado de Transportes e Log\u00edstica, a perspectiva \u00e9 de satura\u00e7\u00e3o do sistema rodovi\u00e1rio em torno de 2030, sem possibilidade de crescimento desse eixo. &#8220;A \u00fanica op\u00e7\u00e3o \u00e9 um sistema multimodal macrometropolitano, integrando caminh\u00f5es e trens, para log\u00edstica de carga e passageiros&#8221;, destacou Xavier.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Francisco Petrini, diretor-executivo do Simefre, ressaltou que a a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica junto ao governo federal \u00e9 fundamental. &#8220;A cidade do Rio de Janeiro conseguiu realizar as obras da Olimp\u00edada e tem seu VLT (ve\u00edculo leve sobre trilhos). Eles obtiveram verba que n\u00f3s, com 44 milh\u00f5es de habitantes em todo o Estado, n\u00e3o conseguimos&#8221;, reclamou Petrini.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<div id=\"attachment_6139\" style=\"width: 570px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6139\" class=\" wp-image-6139\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/VLT-DO-RIO-VIA-PAINT-300x201.png\" alt=\"VLT no centro do Rio de Janeiro. Foto:Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil\" width=\"560\" height=\"375\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/VLT-DO-RIO-VIA-PAINT-300x201.png 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/VLT-DO-RIO-VIA-PAINT.png 579w\" sizes=\"auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px\" \/><p id=\"caption-attachment-6139\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000000\">VLT no centro do Rio de Janeiro. Foto:Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/span><\/p><\/div>\n<h5>NA IMPRENSA &#8211; I<\/h5>\n<h3>Em editorial, jornal O Globo faz um a reflex\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da integra\u00e7\u00e3o dos meios de transporte p\u00fablico em\u00a0grandes metr\u00f3poles<\/h3>\n<p style=\"padding-left: 60px\"><strong><em>O\u00a0editorial intitulado &#8216;Sistema de transportes s\u00f3 funciona bem com integra\u00e7\u00e3o&#8217;, reproduzido a seguir, foi publicado no dia 20 de novembro de 2016.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Na semana passada o Ve\u00edculo Leve sobre Trilhos (VLT) teve a opera\u00e7\u00e3o alterada devido \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o para a expans\u00e3o do sistema no Centro. Ser\u00e1 mais uma obra de mobilidade urbana no Rio, juntando-se aos BRTs e \u00e0 Linha 4 do metr\u00f4, inaugurados como parte do pacote ol\u00edmpico. A quest\u00e3o que necessariamente se imp\u00f5e \u00e9 o aperfei\u00e7oamento da integra\u00e7\u00e3o das diferentes modalidades de transporte para atender a uma necessidade b\u00e1sica dos moradores da regi\u00e3o metropolitana: ir de casa para o trabalho e voltar sem o preju\u00edzo de horas em engarrafamentos, e com algum conforto. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">A expans\u00e3o pura e simples dos modais n\u00e3o \u00e9, por si s\u00f3, a sa\u00edda. E o caso do VLT \u00e9 exemplar. O bonde moderno, parte do projeto de revitaliza\u00e7\u00e3o do Centro e da Zona Portu\u00e1ria, \u00e9 adequado \u00e0quela regi\u00e3o. Cumpre bem a fun\u00e7\u00e3o de transporte em trajetos relativamente curtos e sem dimens\u00e3o para demandas de massa. E, certamente, contribuir\u00e1 mais ainda para a mobilidade quando todas as 31 paradas, ao longo de 28 quil\u00f4metros de trilhos \u2014 conforme o projeto original \u2014, estiverem em funcionamento, integradas a metr\u00f4, trem e \u00f4nibus. Sua natureza, no entanto, \u00e9 incompat\u00edvel com a inten\u00e7\u00e3o anunciada de extens\u00e3o para a Zona Sul, onde haveria uma superposi\u00e7\u00e3o inadequada com os \u00f4nibus. Disputariam passageiros e espa\u00e7o nas ruas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">A integra\u00e7\u00e3o dos meios de transporte metropolitanos \u00e9 opera\u00e7\u00e3o complexa. Come\u00e7a na coopera\u00e7\u00e3o entre prefeituras, estado e concession\u00e1rias privadas, passa pelo planejamento dos itiner\u00e1rios, c\u00e1lculos de tempo de deslocamento e vai muito al\u00e9m da inaugura\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es e vias expressas. Trata-se de tarefa permanente, que deveria ser orientada pelo escrut\u00ednio di\u00e1rio dos usu\u00e1rios. E a opera\u00e7\u00e3o frequentemente exige ajustes. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">No caso do metr\u00f4 da Barra, j\u00e1 se demonstrou que a integra\u00e7\u00e3o com o BRT n\u00e3o funciona bem caso os \u00f4nibus cheguem superlotados \u00e0s esta\u00e7\u00f5es, conforme mostrou reportagem do GLOBO m\u00eas passado. Passageiros reclamavam da longa espera por um ve\u00edculo onde pudessem embarcar e questionavam se valia a pena deixar o carro em casa para usar o transporte coletivo. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Usu\u00e1rios do BRT Transcarioca, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Barra, relataram fila de at\u00e9 40 minutos de espera na esta\u00e7\u00e3o Paulo da Portela, em Madureira. Ou seja, ainda que o tempo de deslocamento possa ser menor, a desconfort\u00e1vel viagem em ve\u00edculos abarrotados tende a afastar o usu\u00e1rio, que poder\u00e1 retomar antigos h\u00e1bitos. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Para a maioria, significa continuar a usar o servi\u00e7o de \u00f4nibus, op\u00e7\u00e3o desaconselh\u00e1vel devido \u00e0 menor capacidade de passageiros por ve\u00edculo, \u00e0 polui\u00e7\u00e3o e aos transtornos no tr\u00e2nsito. Segundo a Secretaria municipal de Transportes, em setembro, foram mais de 86 milh\u00f5es de viagens individuais de \u00f4nibus no munic\u00edpio do Rio, numa m\u00e9dia di\u00e1ria de 2,8 milh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Enquanto isso, o total de usu\u00e1rios de metr\u00f4 por dia em outubro foi de 915,3 mil e o de trens, de 633,7 mil, sendo que, das 102 esta\u00e7\u00f5es de trens da SuperVia, 60 ficam no munic\u00edpio do Rio. Ou seja, o transporte sobre trilhos na regi\u00e3o metropolitana ainda \u00e9 secund\u00e1rio, embora seja consenso entre urbanistas e engenheiros de tr\u00e2nsito de que se trata da melhor op\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">\u00c9 claro que, em tempo de crise, os investimentos exigidos para a expans\u00e3o do metr\u00f4 representam \u00f4nus com o qual o poder p\u00fablico n\u00e3o teria, por ora, como arcar. Por\u00e9m, os governantes precisam buscar alternativas mais baratas. Uma hip\u00f3tese \u00e9 o aumento da capacidade de tr\u00e1fego, com elimina\u00e7\u00e3o da atual grade de hor\u00e1rio, nas linhas de trem<\/span>.<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Um bom padr\u00e3o de mobilidade urbana, da qual a eficiente integra\u00e7\u00e3o dos v\u00e1rios modais \u00e9 pressuposto, \u00e9 prioridade. As defici\u00eancias impulsionaram os protestos que sacudiram o pa\u00eds em 2013, e representam tormento cotidiano para milh\u00f5es. A quest\u00e3o n\u00e3o pode ser evitada sob o argumento de que h\u00e1 temas mais graves na agenda p\u00fablica. At\u00e9 porque, nada pode ser mais grave que o tormento di\u00e1rio de um servi\u00e7o p\u00fablico deficiente. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">OS PONTOS-CHAVE <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">1 ) Expans\u00e3o do VLT e de outros meios de transporte por si s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o para a mobilidade; 2)VLT \u00e9 adequado \u00e0 revitaliza\u00e7\u00e3o do Centro mas, se levado \u00e0 Zona Sul, haveria superposi\u00e7\u00e3o com \u00f4nibus; 3)\u00a0Longa espera para embarcar no BRT prejudica integra\u00e7\u00e3o com a Linha 4 do metr\u00f4, na Barra; \u00a04)\u00a0Transporte sobre trilhos ainda \u00e9 secund\u00e1rio na cidade, embora recomendado por especialistas; \u00a05 \u00a0Aumento da capacidade com o fim da grade de hor\u00e1rio (metroliza\u00e7\u00e3o) nos trens \u00e9 uma alternativa.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<div id=\"attachment_6137\" style=\"width: 612px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6137\" class=\" wp-image-6137\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/TUNEL-LINHA-4-METR\u00d4-RIO-1-MENOR-1-300x162.png\" alt=\"T\u00fanel da Linha 4 do Metr\u00f4 Rio. Foto: Odebrecht\" width=\"602\" height=\"325\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/TUNEL-LINHA-4-METR\u00d4-RIO-1-MENOR-1-300x162.png 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/TUNEL-LINHA-4-METR\u00d4-RIO-1-MENOR-1.png 735w\" sizes=\"auto, (max-width: 602px) 100vw, 602px\" \/><p id=\"caption-attachment-6137\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000000\">T\u00fanel da Linha 4 do Metr\u00f4 Rio. Foto: Odebrecht<\/span><\/p><\/div>\n<h5>NA IMPRENSA &#8211; II<\/h5>\n<h2><span style=\"color: #000000\">Ag\u00eancia EFE e ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o destacam que Linha 4 do metr\u00f4 do Rio de Janeiro conquistou o \u201cOscar\u201d dos t\u00faneis<\/span><\/h2>\n<p id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_15537\" class=\"yiv2039069578MsoNormal\" style=\"padding-left: 60px\"><strong><em>Veja a seguir o texto intitulado\u00a0&#8216;<span id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_15549\">Linha 4 do metr\u00f4 do Rio de Janeiro ganha Oscar dos t\u00faneis&#8217;<\/span><span id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_15549\">, divulgado pela Ag\u00eancia EFE e publicado em 17 de novembro de 2016 pela revista Exame, digital. Outros ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m destacaram o assunto.<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_15551\" class=\"yiv2039069578MsoNormal\"><b id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_15550\"><span id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_15549\"><\/span><\/b><span id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_15536\"><br \/>\n<span style=\"color: #000000\">A inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica realizada pelos engenheiros da obra da linha 4 do metr\u00f4 carioca venceu nesta semana o ITA Tunnelling Awards 2016, maior pr\u00eamio da \u00e1rea t\u00faneis do mundo e que foi anunciado em Cingapura.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Os vencedores s\u00e3o engenheiros da Odebrecht, l\u00edder do Cons\u00f3rcio respons\u00e1vel pela obra, que foi a \u00fanica realizada no Brasil que disputou o pr\u00eamio em 2016.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Foram apresentados dezenas de projetos e, na final, ficaram propostas de cinco pa\u00edses.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">O Pr\u00eamio \u00e9 o reconhecimento mundial do trabalho dos engenheiros J\u00falio Pierri, Alexandre Mahfuz, Carlos Henrique Turolla, al\u00e9m dos consultores Marc Comulada e Ulrich Maidl, que fizeram v\u00e1rias pesquisas no laborat\u00f3rio da obra para adaptar o tatuz\u00e3o h\u00edbrido para escava\u00e7\u00e3o em rocha e areia em uma \u00e1rea densamente povoada como \u00e9 a Zona Sul do Rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">O ITA Awards premiou a inova\u00e7\u00e3o tecnologia da obra com o in\u00e9dito sistema de escava\u00e7\u00e3o utilizado. Para construir 5,2 quil\u00f4metros de t\u00fanel da Linha 4 do Metr\u00f4 no subsolo de Ipanema e Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, a engenharia brasileira precisou desenvolver novos m\u00e9todos que permitissem a execu\u00e7\u00e3o das obras com menor impacto poss\u00edvel na superf\u00edcie e sem desapropriar im\u00f3veis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Uma das inova\u00e7\u00f5es foi a utiliza\u00e7\u00e3o do Tatuz\u00e3o h\u00edbrido, um sistema in\u00e9dito que permite a escava\u00e7\u00e3o em solo arenoso e em \u00e1reas densamente povoadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Com a utiliza\u00e7\u00e3o do Tatuz\u00e3o h\u00edbrido (Tunnel Boring Machine EPB \u2013 Earth Pressure Balanced) foi poss\u00edvel cruzar uma geologia complexa com efici\u00eancia e seguran\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">O terreno dos t\u00faneis inclu\u00eda uma longa extens\u00e3o de areia de praia cercada por dois trechos de rocha altamente abrasiva. A m\u00e1quina foi fabricada sob medida para o solo carioca pela alem\u00e3 Herrenknecht.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Ela contou com um diferencial in\u00e9dito que foi o sistema adicional espec\u00edfico para prepara\u00e7\u00e3o do solo, como conta Julio Pierri, engenheiro da Construtora Norberto Odebrecht, respons\u00e1vel pela \u00e1rea de engenharia do projeto da<\/span> <span style=\"color: #000000\">Linha 4 do Metr\u00f4 do Rio de Janeiro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">\u201cUsamos pela primeira vez no mundo um EPB em solo arenoso em uma regi\u00e3o com muitos pr\u00e9dios e com grande circula\u00e7\u00e3o de pessoas e ve\u00edculos. Antes, o equipamento s\u00f3 havia sido utilizado outras duas vezes nesse tipo de solo, mas em trechos curtos e em \u00e1reas pouco ou nada povoadas. Para realizar nosso trabalho, criamos um sistema interno para injetar diversos tipos de material para preparar o solo durante a escava\u00e7\u00e3o. Um deles foi uma espuma com pol\u00edmero especial, feita sob medida para o subsolo da Zona Sul do Rio. Isso ampliou a capacidade da m\u00e1quina em operar na areia, dando maior seguran\u00e7a\u201d, explicou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">No desenvolvimento dessa nova t\u00e9cnica de escava\u00e7\u00e3o, Julio Pierri trabalhou ao lado dos engenheiros Alexandre Mahfuz e Carlos Henrique Turolla, tamb\u00e9m da Construtora Norberto Odebrecht, com apoio da consultora MTC.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">\u201cO desafio era imenso. T\u00ednhamos que construir o t\u00fanel debaixo do leito das ruas, sem passar por baixo de nenhum pr\u00e9dio e com o menor risco poss\u00edvel. Alguns edif\u00edcios estavam a apenas 12 metros do t\u00fanel. N\u00e3o t\u00ednhamos como usar o Tatuz\u00e3o Slurry porque era muito arriscado pela possibilidade de provocar abalos severos no solo e pela maior complexidade da opera\u00e7\u00e3o. O EPB tamb\u00e9m n\u00e3o tinha um sistema de condicionamento de solo adequado \u00e0s necessidades do projeto. Por isso, a sa\u00edda foi desenvolver um modelo de equipamento espec\u00edfico para aquela regi\u00e3o, que chamamos de TBM EPB H\u00edbrido\u201d, complementa Mahfuz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">O EPB h\u00edbrido possibilitou trabalhar com controle da press\u00e3o na frente da m\u00e1quina e minimizar a possibilidade de abalo na superf\u00edcie ou nas edifica\u00e7\u00f5es do entorno, al\u00e9m de proporcionar uma consider\u00e1vel redu\u00e7\u00e3o no volume de materiais usados na prepara\u00e7\u00e3o do solo e no consumo de energia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">A aplica\u00e7\u00e3o desta tecnologia permitiu ainda reduzir o apoio \u00e0 opera\u00e7\u00e3o do equipamento, o que era extremamente necess\u00e1rio nesta regi\u00e3o completamente urbanizada da cidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Considerada o maior legado em mobilidade que a cidade do Rio de Janeiro ganhou com os Jogos Ol\u00edmpicos, a Linha 4 do Metr\u00f4 foi a maior obra de infraestrutura urbana realizada nos \u00faltimos anos na Am\u00e9rica Latina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Constru\u00edda em seis anos, dentro da m\u00e9dia mundial para sua alta complexidade t\u00e9cnica, a nova linha metrovi\u00e1ria cumpriu as normas internacionais mais rigorosas para a constru\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o de metr\u00f4s no mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">O projeto utilizou tecnologias de ponta nacional e internacional para atravessar bairros densamente povoados, com menor impacto \u00e0 superf\u00edcie e aos moradores do entorno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">O projeto representa a execu\u00e7\u00e3o, de uma s\u00f3 vez, de toda a malha de metr\u00f4 subterr\u00e2neo constru\u00edda na cidade nos \u00faltimos 30 anos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Com a nova linha, cariocas e visitantes passam a ter uma alternativa de transporte r\u00e1pido, moderno, eficiente e sustent\u00e1vel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">A Linha 4 deve transportar 300 mil pessoas por dia, retirando das ruas cerca de 2 mil ve\u00edculos por hora\/pico em cada sentido do eixo Barra-Zona Sul.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<h5>P\u00d3S-GRADUA\u00c7\u00c3O EM ENGENHARIA<\/h5>\n<h3><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1479470843436_29120\" style=\"color: #000000\">Mau\u00e1 e Centro de Estudos e Pesquisa Ferrovi\u00e1rias lan\u00e7am cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia Ferrovi\u00e1ria e Engenharia Metroferrovi\u00e1ria<\/span><b id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1479470843436_29121\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1479470843436_29120\">\u00a0<\/span><\/b><\/h3>\n<p id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1479470843436_27537\" class=\"yiv9255428555MsoNormal\"><span id=\"yui_3_16_0_ym19_1_1479470843436_29098\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6096 alignleft\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/MAU\u00c1CEPEFER.png\" alt=\"mauacepefer\" width=\"123\" height=\"98\" \/>O Instituto Mau\u00e1 de Tecnologia (IMT) e \u00a0Centro de Estudos e Pesquisas Ferrovi\u00e1rias (CEPEFER) lan\u00e7am em parceria, em S\u00e3o Paulo, os cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia Ferrovi\u00e1ria e Engenharia Metroferrovi\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<p>Os cursos se destinam a\u00a0engenheiros que buscam especializa\u00e7\u00e3o aprofundada em atividades ferrovi\u00e1rias (\u00eanfase em transporte de carga) e metroferrovi\u00e1rias (\u00eanfase em transporte de passageiros), complementando capacita\u00e7\u00e3o profissional para atuar nas \u00e1reas t\u00e9cnica e gerencial, objetivando propiciar uma vis\u00e3o sist\u00eamica por meio de t\u00e9cnicas de engenharia para a concep\u00e7\u00e3o, desenvolvimento, opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de sistemas de transportes ferrovi\u00e1rios e metroferrovi\u00e1rios.<\/p>\n<p>O curso ser\u00e1 desenvolvido\u00a0no per\u00edodo de 10 de mar\u00e7o de 2017 a 4 de agosto de 2018, com carga hor\u00e1ria de 364 horas, com aulas quinzenais \u00e0s sextas-feiras (18 h \u00e0s 22 h) e aos s\u00e1bados (8 h \u00e0s 17 h) no campus do IMT em S\u00e3o Paulo\/SP (Rua Pedro de Toledo, 1071 \u2013 Vila Mariana).<\/p>\n<p><em><strong>Para informa\u00e7\u00f5es detalhadas, acesse o endere\u00e7o abaixo<\/strong><\/em><\/p>\n<p>http:\/\/maua.br\/pos-graduacao<\/p>\n<hr \/>\n<h5 class=\"yiv9978035036MsoListParagraph\">15\u00ba DESAFIO DE KART<\/h5>\n<h3 id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_47321\" class=\"yiv9978035036MsoListParagraph\"><span id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_47318\" style=\"color: #000000\">Leonardo \u00e9 o campe\u00e3o do 15\u00ba Desafio de Kart entre Amigos da AEAMESP<\/span><\/h3>\n<div id=\"attachment_6133\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6133\" class=\"size-medium wp-image-6133\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/KART-15-CAMPE\u00d5ES-1-300x155.png\" alt=\"O p\u00f3dio do 15\u00ba Desafio - O diretor adjunto de Esportes, Valter Belapetravicius entrega os trof\u00e9us a Leonardo, campe\u00e3o; Marcio Cristinao, vice, e Sergio D\u2019Agostinho, terceiro colocado\" width=\"300\" height=\"155\" srcset=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/KART-15-CAMPE\u00d5ES-1-300x155.png 300w, http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/11\/KART-15-CAMPE\u00d5ES-1.png 570w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-6133\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000000\">O p\u00f3dio do 15\u00ba Desafio &#8211; O diretor adjunto de Esportes, Valter Belapetravicius entrega os trof\u00e9us a Leonardo, campe\u00e3o; Marcio Cristiano, vice, e Sergio D\u2019Agostinho, terceiro colocado.<\/span><\/p><\/div>\n<p id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_47316\" class=\"yiv9978035036MsoNormal\"><span style=\"color: #000000\">Na \u00faltima prova, disputada na quinta-feira, 24 de novembro de 2016, no Kart\u00f3dromo Seedland, no bairro do Tatuap\u00e9, em S\u00e3o Paulo\/SP, Leonardo sagrou-se campe\u00e3o do <em>15\u00ba Desafio de Kart entre Amigos da AEAMESP<\/em>.<\/span><\/p>\n<p id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_47314\" class=\"yiv9978035036MsoListParagraph\"><span style=\"color: #000000\">Ap\u00f3s as oito provas da competi\u00e7\u00e3o, Marcio Cristiano obteve o vice-campeonato, ficando o terceiro lugar com o veterano e multi-campe\u00e3o<span id=\"yui_3_16_0_1_1480072998665_47297\">\u00a0Sergio D\u2019Agostinho. O diretor adjunto de Esportes e tamb\u00e9m piloto da competi\u00e7\u00e3o, Valter Belapetrav\u00edcius, encarregou-se\u00a0entrega dos trof\u00e9us.<\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"cybocfi_hide_featured_image":"","footnotes":""},"categories":[31],"tags":[],"class_list":["post-6112","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-boletim","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6112","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6112"}],"version-history":[{"count":17,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6112\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6145,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6112\/revisions\/6145"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6112"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6112"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6112"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}