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28 de setembro de 2023 por admin

Em entrevista ao telejornal SP2, da Globo, o vice-presidente da AEAMESP, Ayrton Camargo e Silva, destacou a importância do trólebus como transporte limpo para grandes centros

Em entrevista ao telejornal SP2, da Globo, o vice-presidente da AEAMESP, Ayrton Camargo e Silva, destacou a importância do trólebus como transporte limpo para grandes centros
28 de setembro de 2023 por admin

Em matéria que tratava das três linhas de trólebus da cidade de São Paulo com maior número de falhas, o jornalista que comanda o telejornal SP2, da Globo, José Roberto Burnier, explicou que a rede de trólebus foi instalada 1949 e que o auge do sistema aconteceu em 1999, quando 30 linhas operavam na cidade, contando para isso com 561 veículos.

O jornalista informou que esse número caiu muito. Hoje são nove linhas, com 201 ônibus. Disse também que a gestora do sistema de transporte na cidade – a São Paulo Transportes (SPTrans) – informou ter modernizado a rede em 2020 e que não existem planos de expansão nem de desativação a curto prazo.

Burnier enfatizou este ponto porque, recentemente, houve manifestação pública do prefeito paulistano, Ricardo Nunes, sobre sua intenção de erradicar os trólebus na cidade, alegando tratar-se de um modal antigo e custoso.

AYRTON CAMARGO DEFENDEU OS TRÓLEBUS

Na sequência da reportagem, Burnier introduziu a entrevista concedida pelo vice-presidente da AEAMESP, arquiteto, urbanista e historiador Ayrton Camargo da Silva, que defendeu a permanência do sistema de trólebus como “uma opção viável e segura, se instalada de forma correta”.

Em seu depoimento, Ayrton afirmou que o trólebus constitui uma tecnologia que se destaca por ser absolutamente limpa, do ponto de vista da emissão de gases; por trepidar menos, já que as suas acelerações e desacelerações são mais constantes, e por ter um nível de emissão de ruído muito inferior àquele emitido por motores convencionais, a diesel ou gasolina.

Ayrton salientou que a forma correta de aproveitar os benefícios do trólebus é colocá-lo para operar em corredores apropriados. “O trólebus exige uma faixa exclusiva, para que ele não precise disputar o espaço viário com o restante dos veículos”.

Na visão do vice-presidente da AEAMESP o trólebus é uma tecnologia elétrica por ora mais madura que a dos ônibus a bateria. Ele explicou que o ônibus a bateria ainda exige muito espaço interno para acomodar esses dispositivos de armazenamento de energia.

E sublinhou que o tempo de vida útil da bateria ainda é consideravelmente menor que o tempo de vida útil da carroceria do ônibus. “Então, nos parece que a tecnologia da bateria precisa avançar bastante para dar confiabilidade operacional e, ao mesmo tempo, para ter uma vida útil proporcional àquela que apresentam os chassis dos ônibus”, disse, completando com a afirmação de que essa proporcionalidade é hoje assegurada no caso dos trólebus.

Burnier finalizou a matéria, informando que a Prefeitura da capital estabeleceu como meta trocar 20% da frota a combustão por ônibus elétricos até 2024, o que significará promover a troca de 2.600 veículos diesel por elétricos. Hoje há 18 ônibus elétricos a bateria circulando na cidade.

Veja o programa. A reportagem começa aos 7 minutos e 13 segundos. Talvez seja preciso cadastrar-se no sistema da emissora

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