A Metalivros, em parceria com a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP, está empenhando esforços para completar a coleção Ferrovia e Fotografia no Brasil, de Pedro Karp Vasquez. Trata-se de uma trilogia que visa desenhar, por meio da imagem, a linha do tempo da construção da memória ferroviária dos seus primórdios, até a atualidade. Dois volumes já estão prontos. Agora falta terminar o terceiro.
Durante a METROFERR EXPO, que acontecerá em paralelo à 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, no período de 13 a 16 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP), será apresentado aos participantes o projeto da terceira obra da coleção, com o título Ferrovia e Fotografia – 1930-2016.
Na ocasião, a editora oferecerá aos visitantes exemplares dos dois primeiros volumes da coleção e, principalmente, procurará conquistar apoio de pessoas físicas ou jurídicas para a complementação da trilogia.
Segundo o editor da Metalivros, Ronaldo Graça Couto, a coleção da memória iconográfica da ferrovia brasileira começou a ser contada em 2008, com a publicação da obra Nos Trilhos do Progresso – A Ferrovia no Brasil Imperial. Em 2009, a editora lançou o segundo volume da trilogia com o título Ferrovia e fotografia no Brasil da Primeira República cobrindo o tema até o início da década de 1930, quando o País industrial começava a tomar força. Os dois volumes foram feitos com recursos da Lei Rouanet, patrocinado pela MRS Logística.
Memória ferroviária. Desde 2008, a Metalivros trabalha na preservação da memória ferroviária brasileira, por meio da publicação de uma coleção de livros ilustrados de referência. A coleção é dividida em três volumes, que, no total, que reúnem mais de 600 imagens de grande valor documental e artístico, desenhando de forma única a linha do tempo com destaque para os principais marcos e flagrantes desta longa e duradoura história. Ela começa em 1852, com a construção da Estrada de Ferro Mauá (registrada em litogravura), sobre a qual, dois anos depois, a locomotiva Baronesa, deslizou, pela primeira vez, sobre um par de trilhos no Brasil, chegando até a apoteose das Olimpíadas, em 2016, marcada pela significativa ampliação e modernização da rede carioca sobre trilhos.
A complementação desta trilogia será feita com apoio compartilhado, e completará esta ação de divulgação da memória ferroviária, em forma de uma bela coleção de referência e de arte. Esta coleção tocará os corações de todos apaixonados pelo mundo ferroviário.


