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30 de setembro de 2016 por admin

A IMPLANTAÇÃO DO B.O.M. – BILHETE ÔNIBUS METROPOLITANO NOS BLOQUEIOS DO METRÔ DE SÃO PAULO COM A SUBSTITUIÇÃO DO SISTEMA GPRS PARA REDE CABEADA

A IMPLANTAÇÃO DO B.O.M. – BILHETE ÔNIBUS METROPOLITANO NOS BLOQUEIOS DO METRÔ DE SÃO PAULO COM A SUBSTITUIÇÃO DO SISTEMA GPRS PARA REDE CABEADA
30 de setembro de 2016 por admin

Descrição: Em 2004 foi implantado o BU – Bilhete Único – da SPTrans no Metrô de SP. Validadores de Bilhete Único – VBU foram adaptados aos bloqueios (catracas) do Metrô. A comunicação entre VBU e o Centro de Controle Operacional – CCO, era realizada por meio de redes GPRS de 2 empresas de telefonia celular. A estrutura contava, em cada estação, com caixas (racks) contendo antenas de celular e placas modem, conectados por cabos de rede, aos VBU. Nas estações subterrâneas, esses racks eram instalados nos acessos das estações, ou poços de ventilação, com o objetivo de alcançar os sinais das ERBs – Estações Rádio Bases e viabilizar a comunicação entre Estações e CCO. Esse sistema, no Metrô, apresentava como principais características de Operação e Manutenção: • Necessidade de contínua contratação de operadoras de telefonia celular, conforme a lei 8666. • Dependência das ERBs das operadoras de celular para a comunicação de dados. • Os arquivos de dados de um dia de operação eram grandes para comunicação via GPRS. • Dificuldade de atuação em falhas devido à dependência de sistemas externos ao Metrô. • Dificuldade de acesso aos racks do sistema GPRS nas estações subterrâneas, entre outras. Em 2011 foi realizado estudo e implantado um escalonamento de horário para a comunicação entre estações e CCO visando reduzir dificuldades operacionais, de manutenção e ocorrências técnicas. Em 2012, uma das metas da STM – Secretaria dos Transportes Metropolitanos foi incluir o cartão BOM aos meios de acesso ao sistema de transporte Metroferroviário. No Metrô, as Gerências de Operação e de Manutenção necessitavam de alterações no processo de comunicação entre Estações e CCO e delinearam, em conjunto com a Gerência de Concepção de Sistemas, um sistema de rede, por cabos metálicos e fibras óticas, abrangendo todas as estações do Metrô. Diversas barreiras foram transpostas para a materialização do projeto como, ausência de estrutura de rede tipo “back bone” em trechos das Linhas, nova tecnologia dos Bloqueios de Portas da Linha 2, distância entre Linha 5 e CCO, entre outros. Em dezembro de 2012, Itaquera foi a primeira estação operada com o novo validador desenvolvido para este projeto, o VBS – Validador de Bilhete Smart, capaz de processar cartões BOM e BU, transmitir dados dos cartões processados, por uma rede em anel, com fibras óticas, a 1 Gb/seg. ao CCO que, além de retransmiti-los à SPTrans e EMTU, os processa para informar a demanda de usuários no sistema. A implantação desses validadores em todas as estações do Metrô foi concluída no final de 2014.

 

AUTORES: Alexandre De Maio Parpinelli, Ricardo Frade Mourino, José Francisco Filardi Júnior.

T37-Alexandre-Parpinelli.pdf

T37-Alexandre-de-Maio-artigo.pdf

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