AEAMESP – Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô
  • Home
    • Apresentação
    • Estatuto
    • Administração AEAMESP
      • Gestão 2023 – 2026
      • Gestão 2020 – 2023
      • Gestão 2017 – 2019
      • Gestão 2011 – 2013
      • Gestão 2009 – 2010
      • Gestão 2007 – 2008
      • Gestão 2004 – 2006
      • Gestão 2000 – 2002
      • Gestão 2002 – 2004
      • Gestão 1998 – 2000
      • Gestão 1996 – 1998
      • Gestão 1994 – 1996
      • Gestão 1992 – 1994
      • Gestão 1990 – 1992
  • Semana de Tecnologia
    • Edições
      • 32ª Semana de Tecnologia
      • 30ª Semana de Tecnologia
      • 25ª Semana de Tecnologia
      • 24ª Semana de Tecnologia
      • 23ª Semana de Tecnologia
      • 22º Semana de Tecnologia
      • 21ª Semana de Tecnologia
      • 20ª Semana de Tecnologia
      • 19ª Semana de Tecnologia
      • 18ª Semana de Tecnologia
      • 17ª Semana de Tecnologia
      • 16ª Semana de Tecnologia
      • 15ª Semana de Tecnologia
      • 14ª Semana de Tecnologia
      • 13ª Semana de Tecnologia
      • 12ª Semana de Tecnologia
      • 11ª Semana de Tecnologia
      • 10ª Semana de Tecnologia
      • 9ª Semana de Tecnologia
  • Notícias
    • Releases
  • Associados
    • Atualizar Cadastro
  • Biblioteca
    • Jornal Aeamesp
    • Estudos Técnicos
    • Debates Tecnológicos
    • Rodas de Conversa
    • Livro Metrô 50 anos
    • Galeria de Fotos
    • Videos
  • Contato
29 de novembro de 2016 por admin

Em editorial, jornal O Globo faz um a reflexão sobre a importância da integração dos meios de transporte público em grandes metrópoles

Em editorial, jornal O Globo faz um a reflexão sobre a importância da integração dos meios de transporte público em grandes metrópoles
29 de novembro de 2016 por admin

VLT no centro do Rio de Janeiro. Foto:Fernando Frazão/Agência Brasil

 

 

O editorial intitulado ‘Sistema de transportes só funciona bem com integração’, reproduzido a seguir, foi publicado no dia 20 de novembro de 2016.

Na semana passada o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) teve a operação alterada devido à preparação para a expansão do sistema no Centro. Será mais uma obra de mobilidade urbana no Rio, juntando-se aos BRTs e à Linha 4 do metrô, inaugurados como parte do pacote olímpico. A questão que necessariamente se impõe é o aperfeiçoamento da integração das diferentes modalidades de transporte para atender a uma necessidade básica dos moradores da região metropolitana: ir de casa para o trabalho e voltar sem o prejuízo de horas em engarrafamentos, e com algum conforto.

A expansão pura e simples dos modais não é, por si só, a saída. E o caso do VLT é exemplar. O bonde moderno, parte do projeto de revitalização do Centro e da Zona Portuária, é adequado àquela região. Cumpre bem a função de transporte em trajetos relativamente curtos e sem dimensão para demandas de massa. E, certamente, contribuirá mais ainda para a mobilidade quando todas as 31 paradas, ao longo de 28 quilômetros de trilhos — conforme o projeto original —, estiverem em funcionamento, integradas a metrô, trem e ônibus. Sua natureza, no entanto, é incompatível com a intenção anunciada de extensão para a Zona Sul, onde haveria uma superposição inadequada com os ônibus. Disputariam passageiros e espaço nas ruas.

A integração dos meios de transporte metropolitanos é operação complexa. Começa na cooperação entre prefeituras, estado e concessionárias privadas, passa pelo planejamento dos itinerários, cálculos de tempo de deslocamento e vai muito além da inauguração de estações e vias expressas. Trata-se de tarefa permanente, que deveria ser orientada pelo escrutínio diário dos usuários. E a operação frequentemente exige ajustes.

No caso do metrô da Barra, já se demonstrou que a integração com o BRT não funciona bem caso os ônibus cheguem superlotados às estações, conforme mostrou reportagem do GLOBO mês passado. Passageiros reclamavam da longa espera por um veículo onde pudessem embarcar e questionavam se valia a pena deixar o carro em casa para usar o transporte coletivo.

Usuários do BRT Transcarioca, em direção à Barra, relataram fila de até 40 minutos de espera na estação Paulo da Portela, em Madureira. Ou seja, ainda que o tempo de deslocamento possa ser menor, a desconfortável viagem em veículos abarrotados tende a afastar o usuário, que poderá retomar antigos hábitos.

Para a maioria, significa continuar a usar o serviço de ônibus, opção desaconselhável devido à menor capacidade de passageiros por veículo, à poluição e aos transtornos no trânsito. Segundo a Secretaria municipal de Transportes, em setembro, foram mais de 86 milhões de viagens individuais de ônibus no município do Rio, numa média diária de 2,8 milhões.

Enquanto isso, o total de usuários de metrô por dia em outubro foi de 915,3 mil e o de trens, de 633,7 mil, sendo que, das 102 estações de trens da SuperVia, 60 ficam no município do Rio. Ou seja, o transporte sobre trilhos na região metropolitana ainda é secundário, embora seja consenso entre urbanistas e engenheiros de trânsito de que se trata da melhor opção.

É claro que, em tempo de crise, os investimentos exigidos para a expansão do metrô representam ônus com o qual o poder público não teria, por ora, como arcar. Porém, os governantes precisam buscar alternativas mais baratas. Uma hipótese é o aumento da capacidade de tráfego, com eliminação da atual grade de horário, nas linhas de trem.

Um bom padrão de mobilidade urbana, da qual a eficiente integração dos vários modais é pressuposto, é prioridade. As deficiências impulsionaram os protestos que sacudiram o país em 2013, e representam tormento cotidiano para milhões. A questão não pode ser evitada sob o argumento de que há temas mais graves na agenda pública. Até porque, nada pode ser mais grave que o tormento diário de um serviço público deficiente.

OS PONTOS-CHAVE

1 ) Expansão do VLT e de outros meios de transporte por si só não é a solução para a mobilidade; 2)VLT é adequado à revitalização do Centro mas, se levado à Zona Sul, haveria superposição com ônibus; 3) Longa espera para embarcar no BRT prejudica integração com a Linha 4 do metrô, na Barra;  4) Transporte sobre trilhos ainda é secundário na cidade, embora recomendado por especialistas;  5  Aumento da capacidade com o fim da grade de horário (metrolização) nos trens é uma alternativa.

Artigo anteriorEm maratona de inovação, o projeto de um complexo canal de comunicação exclusivo para uso em locais com grande fluxo de pessoas, como os metrôs (TEXTO CORRETO)Próximo artigo Mauá e Centro de Estudos e Pesquisa Ferroviárias lançam cursos de pós-graduação em Engenharia Ferroviária e Engenharia Metroferroviária

Outras Notícias

Rubens Barbosa: transporte sobre trilhos é eixo estratégico para o desenvolvimento do País24 de setembro de 2026
Paulo Saldiva: investir em sistemas metroferroviários é essencial para a saúde pública21 de setembro de 2026
Cerimônia de posse da diretoria AEAMESP eleita para o período 2026-202913 de abril de 2026


A Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP, fundada em 14 de setembro de 1990, é uma entidade de fins não econômicos que agrega engenheiros, arquitetos, geólogos e outros profissionais de nível superior, devidamente registrados nos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia – CREAs e de Arquitetura e Urbanismo – CAUs.

Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô

Rua do Paraíso, 67 – 2º andar – conj. 23 – Paraíso – São Paulo – CEP:04103-000

Estacionamento conveniado
Planty Park Estacionamento – Rua do Paraíso, 45 – Paraíso – São Paulo – SP

 

 (11) 3284-0041 – (11) 95264-8733

 aeamesp@aeamesp.org.br

Politica de Privacidade

About This Sidebar

You can quickly hide this sidebar by removing widgets from the Hidden Sidebar Settings.

Posts recentes

Rubens Barbosa: transporte sobre trilhos é eixo estratégico para o desenvolvimento do País24 de setembro de 2026
Paulo Saldiva: investir em sistemas metroferroviários é essencial para a saúde pública21 de setembro de 2026
Cerimônia de posse da diretoria AEAMESP eleita para o período 2026-202913 de abril de 2026

Categorias

  • 10ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2004
  • 11ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2005
  • 12ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2006
  • 13ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2007
  • 14ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2008
  • 15ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2009
  • 16ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2010
  • 17ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2011
  • 18ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2012
  • 19ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2013
  • 20ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2014
  • 21ª Semana
  • 22ª SEMANA E EXPO METROFERR 2016
  • 23ª Semana
  • 24ª Semana
  • 30ª Semana
  • 32ª Semana
  • 4º Prêmio
  • 9ª Semana
  • Aeamesp
  • Agenda
  • Anuário Metroferroviário
  • Boletim
  • Calendario
  • Cerimônias de Posse
  • Clipping
  • CPTM
  • Debates Tecnológicos
  • Editorial
  • Eleições 2016
  • Em Pauta
  • Estudos Técnicos
  • Eventos
  • Festas de confraternização
  • Fotolegenda
  • galeria 25 stm
  • Galeria de Fotos
  • Imprensa
  • Jantares Dançantes
  • Jornal Aeamesp
  • Lifestyle
  • Metrô
  • Metro SP
  • Monotrilho
  • News
  • News Boletim
  • Notícias
  • Opinião
  • Others
  • Outros
  • Painéis 22ª
  • Painéis 23ª
  • Painéis 24ª
  • Palestras AEAMESP
  • People
  • Post
  • Programação 22ª
  • Publicações
  • Recentes
  • Releases – Arquivo
  • Rodas de Conversa
  • Sem categoria
  • Semanas de Tecnologia
  • Seminários e Conferências 23ª
  • Seminários e Conferências 24ª
  • Seminários e Conferências 25ª
  • Sessões da 25ª Semana de Tecnologia Metroferroviária
  • Setor Metroferroviário
  • Trab. Tec. 22ª
  • Trab. Tec. 23ª
  • Trab. Tec. 24ª
  • Trab. Tec. 25ª
  • Trens de Alta Velocidade
  • Trens Intercidades
  • Trens Urbanos
  • Videos
  • WordPress
  • Workshop 22ª

Meta

  • Acessar
  • Feed de posts
  • Feed de comentários
  • WordPress.org