AEAMESP – Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô
  • Home
    • Apresentação
    • Estatuto
    • Administração AEAMESP
      • Gestão 2023 – 2026
      • Gestão 2020 – 2023
      • Gestão 2017 – 2019
      • Gestão 2011 – 2013
      • Gestão 2009 – 2010
      • Gestão 2007 – 2008
      • Gestão 2004 – 2006
      • Gestão 2000 – 2002
      • Gestão 2002 – 2004
      • Gestão 1998 – 2000
      • Gestão 1996 – 1998
      • Gestão 1994 – 1996
      • Gestão 1992 – 1994
      • Gestão 1990 – 1992
  • Semana de Tecnologia
    • Edições
      • 32ª Semana de Tecnologia
      • 30ª Semana de Tecnologia
      • 25ª Semana de Tecnologia
      • 24ª Semana de Tecnologia
      • 23ª Semana de Tecnologia
      • 22º Semana de Tecnologia
      • 21ª Semana de Tecnologia
      • 20ª Semana de Tecnologia
      • 19ª Semana de Tecnologia
      • 18ª Semana de Tecnologia
      • 17ª Semana de Tecnologia
      • 16ª Semana de Tecnologia
      • 15ª Semana de Tecnologia
      • 14ª Semana de Tecnologia
      • 13ª Semana de Tecnologia
      • 12ª Semana de Tecnologia
      • 11ª Semana de Tecnologia
      • 10ª Semana de Tecnologia
      • 9ª Semana de Tecnologia
  • Notícias
    • Releases
  • Associados
    • Atualizar Cadastro
  • Biblioteca
    • Jornal Aeamesp
    • Estudos Técnicos
    • Debates Tecnológicos
    • Rodas de Conversa
    • Livro Metrô 50 anos
    • Galeria de Fotos
    • Videos
  • Contato
31 de março de 2017 por admin

A implantação do CBTC na Linha 2 do Metrô-SP foi uma conquista

A implantação do CBTC na Linha 2 do Metrô-SP foi uma conquista
31 de março de 2017 por admin

    São Paulo, março de 2017

Release

 

A implantação do sistema CBTC (Controle de Trens Baseado em Comunicação) na Linha 2-Verde do Metrô-SP em substituição ao antigo sistema ATC (Automatic Train Control) foi sem dúvida uma conquista. “Além da melhoria do conforto perceptível na circulação dos trens (paradas abruptas entre estações), o novo sistema permite menor consumo de energia e menores custos de manutenção em virtude da expressiva redução da quantidade de equipamentos de sinalização instalados”, diz Pedro Machado, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP, ao comentar a matéria “O que define o intervalo de trens no metrô de São Paulo”, publicada pelo Nexo Jornal, no dia 17/03/2017.

O Metrô-SP transporta, em média, cerca de 4,7 milhões de passageiros por dia em uma rede com 77,4 km de extensão.

Intervalos dos trens (média por dia em 2016):

Horário de pico                                                    

Linha 1-Azul = 1min59s

Linha 2-Verde = 2 min25s

Linha 3-Vermelha = 1min47s

Linha 4-Amarela = 2min26s

Linha 5-Lilas = 4min22s*

Linha 15-Prata = 7min19s**

Horário de vale

Linha 1-Azul = 2min29s

Linha 2-Verde = 3 min26s

Linha 3-Vermelha = 2min01s

Linha 4-Amarela = 3min56s

Linha 5-Lilas = 5min11s*

Linha 15-Prata = 7min18s**

Fonte: Metrô e governo do Estado. * Sem conexão com outras linhas. ** Monotrilho.

O intervalo entre os trens considerado ideal nos horários de pico para linhas de metrô com alta demanda em diversos sistemas do mundo é 1min30s.

O que determina o intervalo

Segundo o Metrô de São Paulo, para atender “a alta demanda de usuários e garantir a qualidade dos serviços”, a oferta de trens varia conforme os seguintes critérios:

•         Demanda horária de cada linha (ela cresce em certos períodos do dia e nos dias úteis)

•         Premissas de lotação (se a estação se encontra em local de grande fluxo de passageiros)

•         Recursos disponíveis (o que inclui o tamanho da frota circulante e a tecnologia)

Por ter uma demanda menor do que as demais, a Linha 5-Lilás (Capão Redondo-Adolfo Pinheiro) tem intervalos maiores, assim como a Linha 15-Prata (Vila Prudente-Oratório), inaugurada em 2015 com apenas duas estações.

Um mecanismo capaz de minimizar o tempo de espera entre cada composição já funciona na Linha 4-Amarela (Luz-Butantã), inaugurada em 2010. Trata-se do CBTC, um sistema de sinalização capaz de reduzir o intervalo entre os trens. O próprio Metrô vem instalando o equipamento nos trechos mais antigos, para “aumentar a capacidade de transporte das linhas, possibilitando a redução do intervalo entre trens e o aumento da oferta de lugares”.

Na Linha 2-Verde (Vila Prudente-Vila Madalena), o dispositivo funciona desde fevereiro de 2016, após vários anos de adaptação do antigo sistema, ATC. As outras linhas ainda não dispõem da tecnologia: a expectativa é de que isso ocorra nos próximos anos.

De acordo com a ViaQuatro, concessionária que opera a Linha 4-Amarela, o sistema permite que o passageiro possa ter à disposição um trem a cada 90 segundos (1min30s, abaixo dos 2min26s da prática).

Segundo a empresa, o CBTC é tão seguro que permite a aproximação de dois trens a uma distância de até 12m. “A linha possui um sistema totalmente automatizado que possibilita ajuste imediato da oferta de trens de acordo com a demanda e sempre que necessário. Além disso, de acordo com o Contrato de Concessão, o intervalo máximo programado entre duas composições em qualquer dia ou horário não poderá ultrapassar 6 minutos”.

Se o CBTC tem como característica reduzir os intervalos, por que as Linhas 4-Amarela e 2-Verde têm intervalos maiores do que as Linhas 1-Azul e 3-Vermelha, que operam com sistema antigo?

Linha incompleta

Para o engenheiro Peter Alouche, especialista em tecnologia metroferroviária, o intervalo entre composições será de 90 seg (intervalo médio real) quando as composições da Linha 4-Amarela que utilizam o CBTC, o mais moderno sistema de sistema de sinalização operar por completo, isto é quando a linha estiver totalmente implantada e todos os trens circulando.

Hoje, a Linha tem apenas 7 das 11 estações previstas em funcionamento — as outras estão em construção. Em virtude disso, a frota de trens funciona de modo reduzido. “O número de trens ainda não é suficiente para diminuir o intervalo. A passagem dos trens depende de uma série de fatores. Um é a velocidade, outro é o próprio número de trens rodando, outro é a parada nas estações e, por fim, as manobras que acontecem nas estações finais”, explica Alouche

Segundo ele, quando a Linha 4-Amarela estiver funcionando integralmente, será possível reduzir o tempo de espera dos trens nas plataformas. “A média de intervalo entre uma composição e outra vai chegar perto do ideal dos 90 segundos [ou 1 minuto e 30 segundos, em média, nos horários do rush], igual às demais linhas do Metrô”, diz o especialista.

No caso da Linha 2-Verde, que data dos anos 1990, Alouche diz que o CBTC, que passou a operar em fevereiro de 2016 no ramal, não está ainda completamente em operação final. “É um sistema novo instalado em cima do antigo: ele ainda está sendo ajustado, mas logo chegará ao intervalo previsto”, explica.

A demanda determina o intervalo

Para Luiz Carlos Mantovani Néspoli, superintendente da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), os intervalos, necessariamente, não precisam ser menores, apesar de as Linhas 2 e 4 possuírem o CBTC instalado.

“O intervalo é estabelecido em função da demanda e da capacidade que se estabeleceu para aquele sistema, não necessariamente só por razões tecnológicas. Por exemplo, pela demanda da Linha 3-Vermelha [a mais cheia] estabeleceu-se o mínimo possível de intervalo”, afirma.

A Linha 3-Vermelha opera com um sistema antigo de sinalização dos trens. Esse ramal transporta 1,4 milhão de passageiros em dias úteis, em média, número próximo ao da Linha 1-Azul, que tampouco possui o CBTC instalado. A Linha 4-Amarela, por sua vez, transporta cerca de 700 mil usuários diariamente. Já na Linha 5-Lilás, são 268 mil passageiros e o monotrilho da Linha 15-Prata, leva 16 mil pessoas.

De acordo com o Metrô, intervalo médio entre os trens está de acordo com os padrões internacionais de operação e de segurança para linhas compatíveis com as do Metrô paulista.


Assessoria de Imprensa da AEAMESP
Digital Assessoria Comunicação Integrada
(11) 3667-0640/ (11) 5081-6064 /(11) 9 9740-6122
Katia Siqueira – siqueira.katia@digitalassessoria.com.br
Natália Martins – natalia@digitalassessoria.com.br
Rodney Vergili – rodney@digitalassessoria.com.br

Artigo anteriorSintonia em movimentoPróximo artigo Conheça e divulgue o folheto comercial da 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária

Outras Notícias

Rubens Barbosa: transporte sobre trilhos é eixo estratégico para o desenvolvimento do País24 de setembro de 2026
Paulo Saldiva: investir em sistemas metroferroviários é essencial para a saúde pública21 de setembro de 2026
Cerimônia de posse da diretoria AEAMESP eleita para o período 2026-202913 de abril de 2026


A Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP, fundada em 14 de setembro de 1990, é uma entidade de fins não econômicos que agrega engenheiros, arquitetos, geólogos e outros profissionais de nível superior, devidamente registrados nos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia – CREAs e de Arquitetura e Urbanismo – CAUs.

Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô

Rua do Paraíso, 67 – 2º andar – conj. 23 – Paraíso – São Paulo – CEP:04103-000

Estacionamento conveniado
Planty Park Estacionamento – Rua do Paraíso, 45 – Paraíso – São Paulo – SP

 

 (11) 3284-0041 – (11) 95264-8733

 aeamesp@aeamesp.org.br

Politica de Privacidade

About This Sidebar

You can quickly hide this sidebar by removing widgets from the Hidden Sidebar Settings.

Posts recentes

Rubens Barbosa: transporte sobre trilhos é eixo estratégico para o desenvolvimento do País24 de setembro de 2026
Paulo Saldiva: investir em sistemas metroferroviários é essencial para a saúde pública21 de setembro de 2026
Cerimônia de posse da diretoria AEAMESP eleita para o período 2026-202913 de abril de 2026

Categorias

  • 10ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2004
  • 11ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2005
  • 12ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2006
  • 13ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2007
  • 14ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2008
  • 15ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2009
  • 16ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2010
  • 17ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2011
  • 18ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2012
  • 19ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2013
  • 20ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2014
  • 21ª Semana
  • 22ª SEMANA E EXPO METROFERR 2016
  • 23ª Semana
  • 24ª Semana
  • 30ª Semana
  • 32ª Semana
  • 4º Prêmio
  • 9ª Semana
  • Aeamesp
  • Agenda
  • Anuário Metroferroviário
  • Boletim
  • Calendario
  • Cerimônias de Posse
  • Clipping
  • CPTM
  • Debates Tecnológicos
  • Editorial
  • Eleições 2016
  • Em Pauta
  • Estudos Técnicos
  • Eventos
  • Festas de confraternização
  • Fotolegenda
  • galeria 25 stm
  • Galeria de Fotos
  • Imprensa
  • Jantares Dançantes
  • Jornal Aeamesp
  • Lifestyle
  • Metrô
  • Metro SP
  • Monotrilho
  • News
  • News Boletim
  • Notícias
  • Opinião
  • Others
  • Outros
  • Painéis 22ª
  • Painéis 23ª
  • Painéis 24ª
  • Palestras AEAMESP
  • People
  • Post
  • Programação 22ª
  • Publicações
  • Recentes
  • Releases – Arquivo
  • Rodas de Conversa
  • Sem categoria
  • Semanas de Tecnologia
  • Seminários e Conferências 23ª
  • Seminários e Conferências 24ª
  • Seminários e Conferências 25ª
  • Sessões da 25ª Semana de Tecnologia Metroferroviária
  • Setor Metroferroviário
  • Trab. Tec. 22ª
  • Trab. Tec. 23ª
  • Trab. Tec. 24ª
  • Trab. Tec. 25ª
  • Trens de Alta Velocidade
  • Trens Intercidades
  • Trens Urbanos
  • Videos
  • WordPress
  • Workshop 22ª

Meta

  • Acessar
  • Feed de posts
  • Feed de comentários
  • WordPress.org