Foto: André Tambucci
Nesta semana, entre os dias 12 a 14 de abril de 2016, no Ministério das Cidades, em Brasília, o presidente da AEAMESP, engenheiro Emiliano Affonso, participa da 48ª Reunião do Conselho Nacional das Cidades, incluindo a reunião do Comitê Técnico de Trânsito, Transporte e Mobilidade Urbana.
Na pauta, está incluída uma sessão de análise de conjuntura, com o tema Crise política e seus reflexos na Política Urbana; participarão os ministros Gilberto Kassab, das Cidades, e Ricardo Berzoini, da Secretaria de Governo da Presidência da República, além do deputado Julio Cesar de Carvalho e Lima, da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, da Câmara Federal.
RECURSOS PARA O SETOR
Em dezembro de 2015, ao participar da 47ª Reunião do Conselho Nacional das Cidades, o presidente da AEAMESP defendeu a mobilização – nos moldes que hoje se desenham com o movimento Trilhos pelo Brasil – para evitar que restrições orçamentárias provoquem a estagnação ao setor.
Restrições orçamentárias impostas à Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades (informava-se, na ocasião, que o órgão disporia de escassos R$ 130 milhões do Orçamento Geral da União para 2016) mostravam a possibilidade de um quadro de estagnação e até de certo retrocesso para o segmento metroferroviário, em especial nos sistemas operados por companhias federais.
Emiliano enfatizou que, sem recursos é praticamente impossível requalificar, modernizar expandir os sistemas, e torna-se muito difícil efetuar o adequado processo de aquisição de produtos e serviços para manutenção, obrigando as operadoras a procedimentos como a retirada de trens de circulação por falta de condições operacionais, ou o aproveitamento de peças de uma unidade em outras, o que se conhece como canibalização.
“As restrições orçamentárias são uma realidade, mas as entidades do setor precisam se mobilizar e atuar conjuntamente para encontrar meios de viabilizar a adequada operação e manutenção dos sistemas e também sua requalificação e expansão”, enfatizou na ocasião o presidente da AEAMESP, engenheiro Emiliano Affonso.


