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18 de agosto de 2017 por admin

Ocupação sustentável do território nacional pela ferrovia associada ao agronegócio

Ocupação sustentável do território nacional pela ferrovia associada ao agronegócio
18 de agosto de 2017 por admin

Por Plínio Assmann, conselheiro da AEAMESP

Plínio Assmann

A safra de grãos de 2016/17 já alcançou a cifra recorde de 223 milhões de toneladas, e deverá duplicar em poucos anos com a maior parte destinada ao Exterior, podendo gerar uma receita superior a um trilhão de dólares.

O Brasil é o quinto maior país no mundo e o único ainda com grande disponibilidade de território a ser ocupado. As demais grandes nações territoriais ou enfrentam restrições geográficas ou já estão inteiramente ocupadas. A África tem problemas de governabilidade.

Esse potencial que se desenvolverá principalmente no território nacional, acima do paralelo 16 que passa em Brasília, ocorrerá de forma sustentável, a partir de ganhos de produtividade e preservando as áreas de proteção ambiental e cultural.

O principal gargalo que poderá comprometer esse enorme potencial de crescimento é a carência da infraestrutura logística. Essa carência pode tempestivamente inviabilizar o escoamento das safras aos portos resultando em custos muito elevados. Isso compromete a rentabilidade do produtor.

Sem uma logística adequada ele será desestimulado a continuar produzindo, com volumes crescentes.

A melhor solução está numa malha ferroviária ampla, com interfaces rodoviárias e hidroviárias. A malha rodoviária já não tem condições de suportar os volumes ora transportados, quanto mais às futuras.
A malha ferroviária atual precisa ser inteiramente reformulada. De um total de 32 mil km instalados, cerca de 70% estão inoperantes.

A reativação das linhas fora de uso deverá ser objeto obrigatório da repactuação das concessões. Para efeito da renovação das concessões atuais, a concessionária deverá apresentar plano de utilização das linhas que pretende operar, com prazo definido de início e devolver em condições de operabilidade, ou assumir os custos para tal, das que não pretende explorar. Isso principalmente na malha paulista.
Os novos contratos de renovação das concessões, existentes e novas, deverão atender a regras claras e objetivas do direito de passagem.

Deverão ainda contemplar índices técnicos operacionais, dentro das especificações estabelecidas de acordo com a respectiva categoria da ferrovia.

Prever uma progressão sucessiva e acompanhada desses índices ao longo do contrato, promovendo o desenvolvimento tecnológico e a eficiência do sistema para redução dos custos de operação.

A grande ocupação territorial implicará certamente na criação de novas cidades e modernização das existentes, ambas, considerada a tecnologia de ponta do agronegócio moderno e dentro do conceito de infraestrutura para cidades inteligentes.

A ocupação territorial deveria ser devidamente planejada sob os auspícios do Estado. O que não foi, nem assim tem sido. Além do planejamento das linhas principais o plano deverá englobar as integrações modais com a malha rodoviária alimentadora e a necessária participação privada nos investimentos, dada à carência de recursos públicos.

Diante desse quadro o Instituto de Engenharia, como respeitada e tradicional entidade da sociedade civil, organizou um Grupo de Trabalho que vem estudando e propondo uma ocupação sustentável e planejada do território nacional pela ferrovia associada ao agronegócio.

O estudo parte do desenho futuro da malha ferroviária, em todo o Brasil, para o qual há grande consenso. O problema está na definição das prioridades. Essas devem ter em vista o futuro do Brasil a médio e longo prazo.

Dentro dessa visão, o Instituto de Engenharia propõe como investimentos prioritários: Ferrovia Norte Sul: entre Açailândia (Maranhão) e Estrela D’Oeste (São Paulo) ser o principal eixo logístico do agronegócio, integrando-a aos diversos ramais de alimentação a partir dos polos de produção e exportação, notadamente: de Eliseu Martins (Piauí) a Porto Franco (Maranhão); de São Desidério/Barreiras (Bahia) a Figueirópolis (Tocantins); de Lucas do Rio Verde (Mato Grosso) a Campinorte (Goiás). Ferrrogrão: ligação de Sinop (Mato Grosso) com Miritituba (Pará).

O agronegócio é a oportunidade do Brasil de se inserir profundamente na globalização e crescer de forma sustentável, participando significativamente da ordem mundial. É imperioso e urgente planejar a sua logística.

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