
O presidente da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô, Silvani Pereira, proferiu a conferência na abertura da 27ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, transmitida online na tarde de 14 de setembro de 2021.
Um dos aspectos que enfatizou foi o fato de a pandemia – marcada pela redução de demanda do transporte, redução da receita das operadoras e pela necessidade de medidas de proteção sanitária – ter-se configurado como uma ameaça, mas, também, como uma oportunidade para a Companhia, com melhoria da agilidade e da eficiência por meio da aplicação intensiva de tecnologia, tanto na operação como nos negócios.
A Companhia do Metropolitano de São Paulo, no dizer de seu dirigente, avançou na gestão por processos, que engloba expansão da rede, a operação comercial dos trens e das estações, a segurança pública metroviária, arrecadação tarifária, arrecadação de receitas acessórias e a prospecção de novos negócios.
A empresa aprimorou a compreensão do conjunto de questões relacionadas com a sigla ASG – concernente à sustentabilidade nas esferas ambiental, social e de governança corporativa.
INOVAÇÃO
Outro aspecto salientado pelo presidente Silvani Pereira foi a atuação da Companhia do Metropolitano de São Paulo no âmbito da tecnologia e da inovação. Ele mencionou ações como soluções de engenharia, a perspectiva de realização da Pesquisa Origem-Destino Digital, o Programa de Inovação – PLIM, ações no campo na Inteligência Artificial, o novo Conceito X, monitoramento de ativos, o Programa de Melhoria do Desempenho Operacional e, ainda, estudos de novas modelagens de PPP para implantação da Linha 20 – Rosa, que se buscará implantar nos próximos anos.
VISÃO DE FUTURO
O presidente falou também a respeito da visão de futuro da Companhia do Metropolitano de São Paulo, o que incorpora o planejamento integrado, sinergia com novos modais de transporte urbano, financiamento e colaboração público-privada.
Referiu-se ainda à convergência de transportes e serviços, com o conceito MaaS (Mobility as a Service), o que não poderá prescindir da organização da Autoridade Metropolitana de Transporte como ente político organizador de todo o sistema.


