“A Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô irá realizar, em 2017, a sexta Pesquisa Origem e Destino na Região Metropolitana de São Paulo – RMSP, dando continuidade aos levantamentos anteriores, realizados a cada dez anos desde 1967. Neste período, já foram realizados cinco levantamentos – 1967, 1977, 1987, 1997, 2007. Além dos levantamentos decenais, são feitas pesquisas de aferição, com amostra menor, no intervalo de cinco anos entre uma Pesquisa OD e outra, para checagem se os dados continuam na mesma tendência. Já foram realizadas duas aferições – uma em 2002, outra em 2012. Em 2017, a Pesquisa OD completa assim 50 anos de captação decenal dessas informações, o que a coloca entre poucas no mundo com esta regularidade.
A Pesquisa Origem e Destino, ou simplesmente Pesquisa OD, tem por objetivo o levantamento de informações atualizadas sobre as viagens realizadas pela população da metrópole em dia útil típico. Essas informações mapeadas oferecem uma fotografia dos deslocamentos na região e permitem conhecer o padrão de viagens da população em áreas urbanas, a distribuição espacial dos fluxos de viagens e suas relações com as atividades que as motivam – trabalho, educação, compras, lazer, saúde e outros –, assim como com as características socioeconômicas das pessoas que se deslocam, de modo que, projetando-se essas variáveis, sejam conhecidos os fluxos futuros.
A Pesquisa OD se destina primordialmente a subsidiar as simulações de viagens na RMSP utilizadas no planejamento e projetos das redes de transporte. Mas os resultados desta pesquisa são também compartilhados com entidades que desenvolvem estudos prospectivos sobre a RMSP em diversos outros setores públicos: planejamento urbano, saúde, educação e segurança pública. São também utilizados por instituições acadêmicas – praticamente em todos os estudos e teses sobre urbanismo e mobilidade na RMSP – e empresas do setor privado. 50anos
Ao longo dos anos, a Pesquisa Origem e Destino na RMSP ampliou sua área de abrangência, acompanhando a dinâmica na localização das habitações e das atividades econômicas e permitindo assim uma melhor avaliação das alterações ocorridas nos padrões dos deslocamentos da população. A Pesquisa de 2017 vai garantir a continuidade desse acompanhamento tão necessário para todos os que estudam e planejam as cidades e seus sistemas de transporte.”


