
Silvia Cristina Silva
Em pronunciamento na abertura da 26ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, a presidente da AEAMESP, engenheira Silvia Cristina Silva, agradeceu a todos que acompanhavam virtualmente e a todos os envolvidos na organização e na materialização do congresso anual da entidade, um “fórum técnico e tecnológico para o setor de transporte sobre trilhos – de passageiros e de cargas – em seu formato digital inédito”, ajustado em curtíssimo prazo em razão da pandemia.
Ela agradeceu aos colegas da recém empossada Gestão 2020/2023, explicando que esses dirigentes nem puderam passar pela tradicional cerimônia de posse e, desde o primeiro dia em seus cargos, tiveram que se adaptar com urgência para rotinas e atividades da Associação durante a pandemia e cuidar da organização da 26ª Semana de Tecnologia.
Agradeceu também aos parceiros institucionais, apoiadores e patrocinadores, que “trouxeram conhecimento, tecnologia, apoio e recursos” para a realização do evento que marca os 30 anos da AEAMESP.
Em tom mais pessoal, expressou gratidão à sua família, nas pessoas de sua mãe, Cristina, de 86 anos, e de sua madrinha, Teresa, de 93, sem esquecer o pai, Messias, já falecido: “ele me incentivou em todos os meus sonhos”.
No final, do pronunciamento inaugural, destacou e agradeceu o papel dos amigos, que a incentivaram a levar adiante a realização da 26ª Semana de Tecnologia Metroferroviária mesmo diante das grandes dificuldades que se colocavam, de modo a honrar, como a primeira presidente mulher em 30 anos de existência da AEAMESP a missão de representar e difundir a tecnologia metroferroviária, promovendo a valorização dos profissionais do setor.
NO ENCERRAMENTO, TRÊS PONTOS A DESTACAR
No encerramento, depois de ouvir avaliações muito positivas de todos os que participaram da sessão virtual final, a presidente da AEAMESP disse ter ficado com a impressão de que o encontro foi efetivamente muito produtivo, apesar das condições adversas encontradas para sua realização.
Ela assinalou que naturalmente será feita uma análise criteriosa para determinar o que funcionou e o que precisa melhorar no formato adotado e destacou três pontos a respeito dos quais sentia que haveria concordância.
O primeiro ponto foi a decisão de ir em frente com a realização do congresso. “Assim, evitamos interromper uma sequência que vinha desde 1995. Sempre nos orgulhamos dessa continuidade e conseguimos mantê-la”.
Outro ponto foi, mesmo em meio à pandemia, recorrer aos amigos e parceiros da AEAMESP de modo a construir a grade técnica, arranjar os recursos materiais e financeiros e arregimentar o trabalho voluntário. Ela ressaltou a resposta: “Êxito completo! Os que puderam, participaram, determinando o sucesso da nossa empreitada”.
Finalmente, sublinhou o terceiro ponto: não temer o desafio, mesmo num ambiente volátil, incerto, complexo e ambíguo, como é conhecido o conceito VUCA, sobre o qual versou a conferência a conferência inaugural do engenheiro e escritor Ricardo Vargas.
Ela comentou: “Com muita gratidão, isso eu credito a uma herança genética, que está Diretoria recebeu de todas as outras gestões anteriores, em 30 anos de história. Vida longa e sucesso à AEAMESP!”


