Descrição:
O trabalho está dividido em quatro partes, a saber:
a) a parte inicial envolve um olhar sobre como alguns países, pensadores, militares, religiosos ou mesmo homens públicos (Cia. das Índias Orientais e Ocidentais, Adam Smith, Marx, Engels etc.)desenvolveram o arcabouço da teoria das organizações;
b) a segunda parte compreende uma abordagem, de forma resumida, dos princípios básicos da organização empresarial, com ênfase nos princípios weberianos;
c) a terceira parte mostra como foram organizadas as ferrovias, desde seus primórdios aos dias atuais, com destaque para o setor de cargas, e cuja referência básica são as legiões romanas, o exército francês após a guerra dos 100 anos e a doutrina de West Point (academia militar dos EUA);
d) a quarta parte procura descrever as tendências futuras das ferrovias, e como estas poderão, por exemplo, se tornar organizações multicráticas, entendidas como aquelas sob um modelo de gestão de sistemas funcionalmente interdependentes, e onde uma “agência líder do sistema”, externa a qualquer um das organizações participantes, é responsável pelo planejamento geral das atividades, formando um “continuum” entre a “coordenação externa” e os arcabouços organizacionais individuais.
Trata-se, portanto, de um trabalho que, objetivamente, procura auscultar o destino dessas organizações ferroviárias, vis-à-vis o intenso cenário concorrencial que se avizinha, onde despontam o avanço da tecnologia da informação, a inteligência artificial e os grandes conjuntos de dados (big data), que porão em cheque as atuais estruturas e imporão novas relações e padrões de emprego, de centralidade administrativa e de terceirização.
Declaro que o presente trabalho é inédito, não tendo sido publicado em livro, revistas especializadas ou na imprensa em geral.
Jose Eduardo Castello Branco
Engenheiro Civil

