AEAMESP – Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô
  • Home
    • Apresentação
    • Estatuto
    • Administração AEAMESP
      • Gestão 2023 – 2026
      • Gestão 2020 – 2023
      • Gestão 2017 – 2019
      • Gestão 2011 – 2013
      • Gestão 2009 – 2010
      • Gestão 2007 – 2008
      • Gestão 2004 – 2006
      • Gestão 2000 – 2002
      • Gestão 2002 – 2004
      • Gestão 1998 – 2000
      • Gestão 1996 – 1998
      • Gestão 1994 – 1996
      • Gestão 1992 – 1994
      • Gestão 1990 – 1992
  • Semana de Tecnologia
    • Edições
      • 30ª Semana de Tecnologia
      • 25ª Semana de Tecnologia
      • 24ª Semana de Tecnologia
      • 23ª Semana de Tecnologia
      • 22º Semana de Tecnologia
      • 21ª Semana de Tecnologia
      • 20ª Semana de Tecnologia
      • 19ª Semana de Tecnologia
      • 18ª Semana de Tecnologia
      • 17ª Semana de Tecnologia
      • 16ª Semana de Tecnologia
      • 15ª Semana de Tecnologia
      • 14ª Semana de Tecnologia
      • 13ª Semana de Tecnologia
      • 12ª Semana de Tecnologia
      • 11ª Semana de Tecnologia
      • 10ª Semana de Tecnologia
      • 9ª Semana de Tecnologia
  • Notícias
    • Releases
  • Associados
    • Atualizar Cadastro
  • Biblioteca
    • Jornal Aeamesp
    • Estudos Técnicos
    • Debates Tecnológicos
    • Rodas de Conversa
    • Livro Metrô 50 anos
    • Galeria de Fotos
    • Videos
  • Contato
1 de novembro de 2019 por admin

T60 – Indicadores de desempenho operacional implantados sob a ótica da quantidade de passageiros atingidos – Carlos Eduardo Andrade – Universidade Federal de Goiás

T60 – Indicadores de desempenho operacional implantados sob a ótica da quantidade de passageiros atingidos – Carlos Eduardo Andrade – Universidade Federal de Goiás
1 de novembro de 2019 por admin

Descrição:

Os atributos que devem ser medidos nesse processo são, segundo a norma: 1- Disponibilidade: Representa a liberdade do usuário na escolha de um meio de transporte em função das opções de modais que cobrem a área geográfica de interesse, o horário de operação e a frequência. 2- Acessibilidade: Trata da facilidade de acesso ao sistema e suas integrações, por pedestres, ciclistas, usuários de taxi ou carro privado, permitindo que os destinos de interesse possam ser atingidos. Facilidade no deslocamento no interior do sistema e no sistema de bilhetagem. 3- Informação: Representa a disponibilidade de informações gerais e específicas para o planejamento e execução da viagem. A comunicação deve ser eficiente em todo o sistema, com a sonorização em nível e qualidade satisfatória. Deve haver mapas disponíveis do sistema para todo usuário que assim desejar, além da emissão de avisos sonoros para facilitar a comunicação da operadora de transporte para com os usuários deste meio de transporte. 4- Tempo: Representa o tempo total de viagem e a programação das partidas. Pode ser decomposto em tempo de planejamento da viagem, tempo de acesso ao sistema, tempo na bilheteria, tempo na estação, tempo no veículo e tempo de transferências. Permite aferir a pontualidade e a regularidade. 5- Atendimento ao cliente: Relacionado às facilidades de canais de contato direto com o cliente. Assistência nas interrupções de serviço ou quando o usuário precisar. Facilidades de bilhetagem, opções de pagamento. Empregados com competência, poder de resposta e disponibilidade para atendimento, atuando com cortesia e atitude amigável, procurando antecipar-se aos problemas e orientando os usuários. Pesquisas com o cliente. Compromisso com o atendimento. 6- Conforto: Representa o conforto físico obtido no uso das instalações e veículos, como, por exemplo: boas condições de limpeza, iluminação, ausência de barulho. Conforto nos acessos, nas bilheterias, nos veículos e transferências. Facilidades ergonômicas, como facilidade de movimento e desenho dos assentos. 7- Segurança: Está relacionado à segurança dentro do sistema, com ausência de acidentes, agressões de qualquer natureza, furtos e assaltos. Está relacionado também a planos de emergência. 8- Impacto ambiental: Relacionado a qualquer alteração da harmonia entre o meio de transporte e o meio ambiente, como a poluição produzida (falta de renovação do ar, barulho, poluição visual, vibração, gases emitidos, fumaça, sujeira, odores, etc.). O Metrô do Rio de Janeiro vem implantando indicadores com a visão da Norma desde 2014. Atualmente, em 2019, alguns indicadores desse modelo já estão implantados e consolidados, trazendo benefícios para a gestão dos resultados e os esforços na melhoria contínua dos processo, sob a ótica dos usuários. Nesse trabalho serão apresentados os conceitos, os resultados obtidos e a análise desse conjunto de indicadores implantados pelo Metrô do Rio de Janeiro.

Declaramos que o presente trabalho é inédito, não tendo sido publicado em livro, revistas especializadas ou na imprensa em geral.

Carlos Eduardo Sanches de Andrade
Mestre e Doutor em Engenharia de Transportes. Possui 2 graduações: Administração e Engenharia de Produção;
3 pós-graduações lato sensu: MBA em Marketing, MBA em Qualidade e Engenharia Metroferroviária; e 2 pósgraduações stricto sensu – Mestrado e Doutorado em Engenharia de Transportes pela COPPE/UFRJ. É professor adjunto da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal de Goiás (FCT/UFG), das graduações em Engenharia de Transportes e Engenharia Civil. Atuou como Engenheiro de Operações do Metrô do Rio de Janeiro por mais de 15 anos (2003 a 2019).

Márcio de Almeida D’Agosto
Professor do curso de pós-graduação (Mestrado e Doutorado) em Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ.
Possui graduação em Engenharia Mecânica e pós graduações completas em Mestrado e Doutorado em Engenharia de Transportes. Diretor Executivo da ANPET – Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes.

Marcelo Tadeu Mancini
Mestre em Engenharia de Transportes pela USP. Arquiteto-urbanista graduado pela Unesp. Coordena a área de planejamento e controle de operação do MetrôRio. Atuou em consultoria e com planejamento de operação do sistema de ônibus e BRT no Rio Ônibus durante os megaeventos (Rock in Rio, Copa do Mundo e Jogos Olímpicos 2016). Ministra cursos de pós graduação e palestras na área de mobilidade, urbanismo e transportes por todo o Brasil.

Ronaldo Lasmar Duarte
Analista de Sistemas e Bacharel em Cinema. Possui mais de 20 anos de atuação no MetrôRio, onde atua como Analista de Planejamento e Operação Sênior.

Artigo

Apresentação

Síntese

Artigo anteriorT61 – Sistema de baixo custo para a geração de mensagens de audio para as estações de passageiros – Ricardo Riboldi – TrensurbPróximo artigo T59 – Reestruturação de árvore de ativos de um sistema metroviário em um software de gestão da manutenção – Diego Unger – Metrô Rio

Outras Notícias

Diretoria Eleita Março de 20269 de dezembro de 2025
Metrô de São Paulo Testará operação 24 horas aos finais de semana6 de dezembro de 2025
Linha 20–Rosa: Desapropriação de áreas Avanca em Santo André para Expansão do4 de dezembro de 2025


A Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô – AEAMESP, fundada em 14 de setembro de 1990, é uma entidade de fins não econômicos que agrega engenheiros, arquitetos, geólogos e outros profissionais de nível superior, devidamente registrados nos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia – CREAs e de Arquitetura e Urbanismo – CAUs.

Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô

Rua do Paraíso, 67 – 2º andar – conj. 23 – Paraíso – São Paulo – CEP:04103-000

Estacionamento conveniado
Planty Park Estacionamento – Rua do Paraíso, 45 – Paraíso – São Paulo – SP

 

 (11) 3284-0041 – (11) 95264-8733

 aeamesp@aeamesp.org.br

Politica de Privacidade

About This Sidebar

You can quickly hide this sidebar by removing widgets from the Hidden Sidebar Settings.

Posts recentes

Diretoria Eleita Março de 20269 de dezembro de 2025
Metrô de São Paulo Testará operação 24 horas aos finais de semana6 de dezembro de 2025
Linha 20–Rosa: Desapropriação de áreas Avanca em Santo André para Expansão do4 de dezembro de 2025

Categorias

  • 10ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2004
  • 11ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2005
  • 12ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2006
  • 13ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2007
  • 14ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2008
  • 15ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2009
  • 16ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2010
  • 17ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2011
  • 18ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2012
  • 19ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2013
  • 20ª Sem. de Tec. Metroferroviária – 2014
  • 21ª Semana
  • 22ª SEMANA E EXPO METROFERR 2016
  • 23ª Semana
  • 24ª Semana
  • 30ª Semana
  • 4º Prêmio
  • 9ª Semana
  • Aeamesp
  • Agenda
  • Anuário Metroferroviário
  • Boletim
  • Calendario
  • Cerimônias de Posse
  • Clipping
  • CPTM
  • Debates Tecnológicos
  • Editorial
  • Eleições 2016
  • Em Pauta
  • Estudos Técnicos
  • Eventos
  • Festas de confraternização
  • Fotolegenda
  • galeria 25 stm
  • Galeria de Fotos
  • Imprensa
  • Jantares Dançantes
  • Jornal Aeamesp
  • Lifestyle
  • Metrô
  • Metro SP
  • Monotrilho
  • News
  • News Boletim
  • Notícias
  • Opinião
  • Others
  • Outros
  • Painéis 22ª
  • Painéis 23ª
  • Painéis 24ª
  • Palestras AEAMESP
  • People
  • Post
  • Programação 22ª
  • Publicações
  • Recentes
  • Releases – Arquivo
  • Rodas de Conversa
  • Sem categoria
  • Semanas de Tecnologia
  • Seminários e Conferências 23ª
  • Seminários e Conferências 24ª
  • Seminários e Conferências 25ª
  • Sessões da 25ª Semana de Tecnologia Metroferroviária
  • Setor Metroferroviário
  • Trab. Tec. 22ª
  • Trab. Tec. 23ª
  • Trab. Tec. 24ª
  • Trab. Tec. 25ª
  • Trens de Alta Velocidade
  • Trens Intercidades
  • Trens Urbanos
  • Videos
  • WordPress
  • Workshop 22ª

Meta

  • Acessar
  • Feed de posts
  • Feed de comentários
  • WordPress.org