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1 de novembro de 2019 por admin

T3 – Avaliação dos estudos de emissões de poluentes durante o ciclo de vida de sistemas sobre trilhos – Carlos Eduardo Andrade – Universidade Federal de Goiás

T3 – Avaliação dos estudos de emissões de poluentes durante o ciclo de vida de sistemas sobre trilhos – Carlos Eduardo Andrade – Universidade Federal de Goiás
1 de novembro de 2019 por admin

Descrição:

As pesquisas publicadas que incluem os sistemas sobre trilhos, apontam para significativas contribuições na emissão de gases das fases não operacionais. Chester (2008) e Chester e Hovarth (2009a) avaliaram alguns metrôs dos Estados Unidos com o objetivo de construir um inventário de ciclo de vida. Determinaram o impacto das fases não operacionais quantificando o crescimento das emissões em relação às fases operacionais, considerando o ciclo de vida. Os resultados desses estudos, divulgados em percentuais de emissões superiores das fases não operacionais comparadas às emissões das fases não operacionais, foram de:

75% no Metrô de Chicago; 94% no Metrô de Nova Iorque; 119% na Linha BART do Metrô de São Francisco; e de 146% na Linha MUNI do Metrô de São Francisco. Morita et al. (2011) realizaram abrangente estudo do ciclo de vida de ferrovias e o aplicaram em uma ferrovia na cidade de Tokyo (Japão). Encontraram valores em que, a partir do 22º ano após a inauguração, a emissão operacional já seria maior que a da construção da infraestrutura. No tempo de vida de 50 anos da ferrovia a emissão devida às fases de construção representariam apenas 35,4% do total. Na visão global a ferrovia teria uma emissão menor que outros meios de transporte, sendo, portanto, plenamente justificada. Andrade e D’Agosto (2016) analisaram o ciclo de vida da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro abrangendo as fases de construção da infraestrutura, fabricação dos trens, manutenção e operação dos trens e da infraestrutura encontrando, para um período de 60 anos de funcionamento, o valor médio de 13,90 gCO2/pass-km. Silva et al. (2017) avaliaram a construção da infraestrutura e fabricação de trens da Linha 5 do Metrô de São Paulo encontrando uma emissão de 31 mil tCO2 por km construído.

“Declaro que o presente trabalho não é totalmente inédito, já tendo sido publicado (em parte) em livro, revistas especializadas ou na imprensa em geral. Por esse motivo, considero pertinente não concorrer a premiação com esse artigo”.

Declaro que o presente trabalho não é inédito, já tendo sido publicado em livro, revistas especializadas ou na imprensa em geral.

Carlos Eduardo Sanches de Andrade
Mestre e Doutor em Engenharia de Transportes. Possui 2 graduações: Administração e Engenharia de Produção; 3 pós-graduações lato sensu: MBA em Marketing, MBA em Qualidade e Engenharia Metroferroviária; e 2 pós-graduações stricto sensu – Mestrado e Doutorado em Engenharia de Transportes pela COPPE/UFRJ. É professor adjunto da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Federal de Goiás (FCT/UFG), das graduações em Engenharia de Transportes e Engenharia Civil. Atuou como Engenheiro de Operações do Metrô do Rio de Janeiro por mais de 15 anos (2003 a 2019).

Artigo

Apresentação

Síntese

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