Descrição: Baseados nos últimos projetos feitos para a extensão da Linha 2-Verde em direção à Penha pretende-se demonstrar o quanto do custo de construção de uma estação se deve aos elementos que se sobressaem e são vistos nas áreas públicas depois de entregues ou em perspectivas eletrônicas que simulam a aparência final da construção. Destacaremos exemplos de estações projetadas para a extensão da Linha 2, demonstrando primeiramente o percentual do custo das unidades construtivas orçadas no projeto básico e depois separando o percentual relativo a cada disciplina da engenharia civil e arquitetura. Mostraremos um levantamento feito pela GPR sobre o aumento da profundidade das mais recentes linhas e estações, explicado pelo traçado delas, transversal a morros e vales, e pelo método construtivo dos túneis de via. O aumento de profundidade das estações acarreta necessariamente em aumento de sua área construída, pois há a necessidade de mais área de circulação de usuários para vencer o desnível entre a superfície e a plataforma. Explicaremos as estratégias adotadas para a localização das salas técnicas, que variam segundo o método construtivo das estações, a disponibilidade de área na superfície ou de estratégias que permitiriam compatibilizar o cronograma de montagem dos sistemas, em conjunto com as obras da estação em si.
AUTORES:
Massaru Takeuchi
Fabiana Nonogaki
Rodrigo Guedes de Azevedo

