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30 de setembro de 2016 por admin

APARELHO DE MUDANÇA DE VIA TANGENCIAL: INOVAÇÕES E UTILIZAÇÃO NA ESTRADA DE FERRO CARAJÁS

APARELHO DE MUDANÇA DE VIA TANGENCIAL: INOVAÇÕES E UTILIZAÇÃO NA ESTRADA DE FERRO CARAJÁS
30 de setembro de 2016 por admin

Descrição: O Aparelho de mudança de via tangencial é uma inovação nas ferrovias brasileiras, uma vez que a EFC é a primeira ferrovia a utilizar este ativo. Tal decisão se dá pelo fato do ativo não impor restrição de velocidade na passagem de trem sendo possível circulação na velocidade máxima da ferrovia, 80 km/h. O trabalho visa apresentar os motivos para escolha pelo referido AMV, assim como as práticas de manutenção adotadas, especialmente o esmerilhamento mecanizado. O trabalho consiste da avaliação dos diferentes perfis de esmerilhamento assim como análise das influências vindouras das especificidades geométricas em AMV (Aparelhos de Mudança de Via). O esmerilhamento mecanizado de AMV, assim como o esmerilhamento de trilhos, tem como objetivo implementar na superfície do AMV um perfil ideal, de forma que seja reduzida a tensão de contato entre os trilhos do AMV e as rodas. Visa também, remover os defeitos superficiais provindos de RCF (Rolling Contact Fatigue – fadiga por contato), assim como descontinuidades localizadas em regiões de soldas, comuns durante a instalação de AMV. A Estrada de Ferro Carajás (EFC) é a ferrovia pioneira, no Brasil, a implementar esmerilhamento mecanizado em AMV, como política preventiva de manutenção, e referências internacionais nos mostram que esta prática pode auxiliar no aumento da vida útil deste ativo dobrando a durabilidade do mesmo, além de reduzir a necessidade de manutenção manual neste ativo. O trabalho é dividido em diferentes etapas, são elas: 1° classificação – onde foram selecionados os AMV da EFC que serviriam como corpo de prova para a execução dos testes; 2° definição do perfil – entre as opções atualmente praticadas em ferrovias nacionais e internacionais, qual seria a mais indicada para AMV; 3° implantação do perfil – executando-se o esmerilhamento mecanizado do AMV, utilizando o equipamento Loram LPC 900/24; 4° análise de resultados – onde se verifica a performance do perfil desejado e, se necessário, propõe-se melhorias; 5° validação do modelo – onde se valida o perfil ideal e replica o mesmo aos demais AMV das EFC. O esmerilhamento de AMV é uma ferramenta diferenciada na política de gestão do contato roda-trilho, o AMV está entre os componentes mais caros da superestrutura ferroviária, além de que, vale ressaltar que o AMV é a interligação entre as linhas da ferrovia e a manutenção deste ativo, na maioria dos casos, implica na paralisação da circulação de trens. Desta forma, a manutenção preventiva do ativo, aliada ao aumento da vida útil do mesmo, implica em maior disponibilidade da ferrovia para a operação.

AUTORES: Brás Senra De Oliveira, Eric Pretti Serafim.

T9-Bras-Senra.pdf

T9-Brás-Senra-artigo.pdf

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